Netflix, NetMovies, Verizon… Para onde irá o negócio de aluguel de vídeos?

Alguns anos atrás, fui contratado para fazer uma pesquisa sobre uma empresa que estava iniciando as suas operações nos EUA. Chamava-se Netflix e estava no negócio de aluguel de vídeos. Mas seu modelo era tão revolucionário que me deixou encantado – e eu estava certo, afinal: poucos anos depois, a então gigante Blockbuster não aguentou a concorrência daquela então startup e, literalmente, abriu o bico. 

Meu relatório foi entusiasmadamente favorável à implantação de um modelo semelhante, mas o empresário, às voltas com problemas na sua principal empresa, não levou o negócio à frente. Coincidentemente, quem levou a sério a oportunidade no Brasil foi uma pessoa que conheci ainda garoto, Daniel Topel. Ele fundou a NetMovies, que atualmente pertence ao grupo Tiger Global Management, LLC. 

Quanto à Netflix, ela cresceu e expandiu-se inclusive para o Brasil. Mas agora começa a enfrentar concorrência pesada, com a entrada em cena de operadoras. Como o negócio caminhou decididamente para o modelo de streaming, o interesse dessas gigantes é natural. Vamos ver onde vai dar isso.

Verizon forma joint-venture para concorrer com Netflix

6 Fev (Reuters) – A Verizon e a Redbox -unidade da Coinstar- formaram uma joint-venture para o mercado de serviços de vídeo, competindo com a companhia de aluguel de vídeos Netflix.

A aliança marcará os primeiros passos da Verizon no serviço de streaming de vídeo fora de sua rede de operação, já que a companhia de telefonia atualmente só oferece serviços de vídeo pela Internet para clientes que usam o serviço de televisão FiOS.

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