Vem aí uma web sem cookies? O que funciona no Facebook. E mais

Planos da Mozilla obrigam indústria a pensar em uma web sem cookies

The latest research on Facebook marketing shows interesting trends and opportunities. Use this to update your Facebook marketing with the latest findings.
Promover posts com anúncios pagos aumenta alcance mas diminui cliques. Leia mais sobre o que funciona no Facebook abaixo

A Mozilla anunciou que seu browser Firefox não aceitará cookies por default. É uma medida controversa, pois pode implicar em sérios problemas para os pequenos publishers na web que dependem de anúncios de terceiros. E mais radical do que o caminho tomado pela Microsoft, cujo recurso Do Not Track simplesmente envia um aviso. Em busca de alternativas, a Digital Advertising Alliance está se reunindo com seus membros, incluindo a IAB, bem como líderes da indústria para estudar uma resposta. O DAA gerencia o programa de auto regulação que permite aos usuários optar por não receber publicidade segmentada por comportamento, mas ele depende de cookies para funcionar. Se a Mozilla implementar seu recurso de bloqueio de cookie, a página de opt-out será bloqueada e os usuários já não serão capazes de optar por sair. “Temos de nos preparar para um mundo sem cookies”, diz Omar Tawakol, CEO da Blue Kai. “Precisamos investir em opções para que o mercado não tenha que mudar no meio da noite.” Portal Abemd (e, nessa mesma direção, leiam a notícia abaixo, do Portal ProXXIma)

Microsoft poderá ter tecnologia para substituir cookies

A Microsoft pode estar desenvolvendo uma tecnologia própria ferramenta de rastreamento para substituir os cookies, informa reportagem do AdAge nesta quarta-feira, 9. Segundo o site, a empresa estaria desenvolvendo internamente uma tecnologia que permitiria o rastreamento de computadores, tablets e smartphones que possuam o sistema Windows, como consoles de jogos para Xbox; o navegador Internet Explorer; e a funcionalidade de busca Bing. A ideia da Microsoft é estender a tecnologia para diversos dispositivos, como smartphones e TVs conectadas, diz a reportagem. Ainda segundo o texto, a tecnologia da empresa para substituir os cookies seria uma espécie de identificador de dispositivo, ou seja, os consumidores poderiam dar a permissão para o uso de publicidade em diferentes dispositivos. Com isso, a empresa se tornaria diretamente responsável pelos dados dos usuários, assumindo que não compartilharia tais informações com terceiros. Segundo especialistas escutados pelo AdAge, a nova tecnologia daria a Microsoft um poder maior sobre os anunciantes, já que as informações sobre o comportamento dos usuários ficariam restritas a empresa. 

Novas pesquisas mostram o que funciona (e o que não) em marketing no Facebook

Atualmente, o Facebook já recebe uma fatia significativa das verbas de marketing digital. Mas ainda há muito mistério e lendas em torno do que realmente é bom e o que é perda de tempo. O site Social Media Examiner pegou algumas pesquisas recentes e selecionou 5 fatos relevantes. 1. 78% dos usuários do Facebook nos EUA logam-se via smartphone (dados do Techcrunch) e esse número vai continuar a crescer. A eMarketer estima que, em 2017, 154,7 milhões de americanos usarão mobile para acessar suas contas na rede. 2. Anúncios pagos aumentam alcance e desempenho dos posts (a não ser em atualizações de status) – mas reduz os cliques. A descoberta foi anuncia no2013 Social Rich Media Benchmark Report, da ShopIgniter. 3. Feedback negativo afeta negativamente a conversão. Além disso, ações do tipo “tirar do feed de notícias”, “denunciar como spam”, etc., aumentam na proporção em que você aumenta a quantidade de anúncios pagos aos seus posts. 4. Os hashtags do Facebook não estão funcionando, segundo o  EdgeRank Checker. Na verdade, está ocorrendo o contrário. 5. As maiores taxas de clickthrough ocorrem nas Sponsored Check-in Stories – usuários veem anúncios de locais em que eles previamente fizeram check-in – com uma taxa de 3,2%.Portal Abemd

Apenas 16% resgatam prêmios de programas de fidelidade

Mais da metade das empresas consideram seus programas de fidelidade como prioridades estratégicas. Mas apenas 35% dos seus membros resgatam os prêmios. Uma vez que menos de metade dos seus clientes estão inscritos, o fato é que apenas 16% das suas bases de clientes são motivadas por recompensas de fidelidade. Essa é uma das principais conclusões do “The State of Loyalty Programs 2013”, relatório da Forrester Research com base em pesquisas com executivos de 50 empresas que participam da Loyalty360, uma associação de marketing de fidelização. “O marketing de fidelização está à beira de uma evolução”, diz Emily Collins, o analista da Forrester que dirigiu o estudo. “Há uma mudança no foco da ideia de que a fidelidade tem a ver apenas com transações e descontos. No futuro, ele precisa ser mais sobre o envolvimento e emoção.”Portal Abemd