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Maioria dos trabalhadores desejam o trabalho remoto

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Renato Pelissaro, diretor de marketing da Sodexo Benefícios e Incentivos

Pesquisa da Sodexo indica também que políticas flexíveis de trabalho e benefícios extensíveis à família são essenciais na retenção e busca por talentos

O trabalho home office imposto aceleradamente pela pandemia permitiu que muitos trabalhadores passassem a desfrutar de mais qualidade de vida no seu dia a dia. Há dois anos vivendo nesse novo formato, muitas pessoas já levam em consideração, em uma eventual troca de emprego, optar por empresas que ofereçam políticas flexíveis de jornada, como dias e localidade, além de benefícios extensíveis à família. Essa é uma das principais conclusões da pesquisa pesquisa global O Futuro da Vida no Trabalho, encomendada pela Sodexo em parceria com a Harris Interactive. A divulgação é comandada pela Sodexo Insights. Dentre os entrevistados do recorte brasileiro do estudo, 92% afirmam que querem continuar trabalhando remotamente. Porém, em um modelo híbrido, desejam que a frequência na empresa seja, em média, de dois dias por semana, sendo a segunda-feira (70%) e sexta-feira (66%) os dias mais desejados para trabalhar de casa.  

Ainda de acordo com a pesquisa, em uma eventual troca de emprego, além de salário, cargo, responsabilidades e tempo de deslocamento, 21% dos profissionais consideram como mais importante: políticas flexíveis de jornada, como dias e localidade. Em seguida, 17% citam os serviços de apoio ao funcionário, como os voltados à saúde e bem-estar e 16% benefícios como seguro de saúde, creche, vale-alimentação e refeição. 

Quanto à qualidade de vida que muitos afirmam ter conquistado está baseada em alguns benefícios percebidos no home office tais como: evitar o transporte público (55%); sentir-se mais seguro (50%); ter menos estresse e cansaço (49%), e usar o tempo que economiza com o deslocamento para passar mais momentos com a família, fazer cursos e atividades esportivas (45%). 

“Os dados mostram que as pessoas não querem abrir mão da qualidade de vida conquistada com o home office e, por isso, aqueles que têm a possibilidade de trabalhar a distância desejam o modelo hibrído. É importante que as empresas estejam atentas a políticas de flexibilidade para reter e atrair talentos. É preciso atender as novas necessidades do colaborador por meio de benefícios, que estejam alinhados a nova dinâmica do mundo trabalho, que vão desde os voltados à saúde física e mental, como o auxílio psicológico, acesso à alimentação de qualidade até incentivos direcionados ao home office a fim de manterem sua equipe saudável e colaborativa”, analisa Renato Pelissaro, diretor de marketing da Sodexo Benefícios e Incentivos. 

Saúde mental e física
Os colaboradores das empresas brasileiras foram severamente impactados com o isolamento social imposto pela pandemia quando comparado com outros países. O levantamento constatou que dentre os entrevistados, 29% informam que a saúde mental está em nível abaixo do normal e 26% declaram queda também no bem-estar físico. No mundo, essa média cai para 15%. Para 70% da amostra que afirmam estar com o bem-estar mental afetado, a principal causa está ligada à ansiedade gerada pela pandemia, enquanto 68% estão ansiosos a respeito do futuro e 52% preocupados com a sua saúde e com a das pessoas com quem convivem. Dentre aqueles que buscaram reagir diante do desafio, 30% escolheram a prática esportiva e 26% soluções médicas. Já entre os que afirmam ter o bem-estar físico afetado, 65% declaram que a razão é a prática de menos exercício físico; 40% comem de forma menos saudável e 22% consomem mais bebidas alcoólicas.  

Os dados revelam ainda que 91% dos trabalhadores afirmam que gostariam de receber algum tipo de apoio de suas empresas nessas frentes. O principal benefício requerido é plano de saúde, seguido da possibilidade de trabalhar de casa um ou dois dias da semana e, por fim, receber vouchers de refeições subsidiadas, cartões. 

Quando questionados sobre como está a percepção dos trabalhadores em relação ao apoio das empresas, 25% dizem que não recebem equipamentos ou ferramentas necessárias para trabalhar de casa; 27% não têm programas de bem-estar; 30% dizem não receber suporte de saúde mental; 31% não têm benefícios ou programas de recompensa; 33% não têm subsídios para a compra de alimentos quando em home office; 35% não têm serviços de saúde ou de atividade física quando estão trabalhando de casa; 37% não têm serviço de creche para os filhos; e 39% não contam com subsídios de refeições prontas quando em home office.

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