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Fábio Turuta, diretor de desenvolvimento de negócios da Gertec

A dinâmica dos meios de pagamento em uma realidade figital

Diretor da Gertec analisa tendências de varejistas e consumidores finais que levam a novas soluções na experiência de compra

Ao obter êxito na transformação da imagem de fornecedora de maquininhas de pagamentos para uma empresa de soluções tecnológicas e serviços, a Gertec se configura, a um só tempo, em reflexo e agente da transformação digital operada nos últimos anos. Preparada para disponibilizar ao mercado, ainda este ano, uma solução que transforma o celular em um aparelho de pagamento por aproximação, na linha tap on phone, a empresa vem avançando em movimentos inovadores desde que surgiu como provedora de automação comercial nos idos de 1989. Ao participar, hoje, (25), da 549ª edição da Série Lives – Entrevista ClienteSA, Fábio Turuta, diretor de desenvolvimento de negócios da Gertec, mostrou o cenário que vai consolidando o modelo figital no varejo e os planos de expansão da companhia, inclusive pela América Latina.

Falando, de início, sobre a forte aceleração da transformação digital durante a pandemia, notadamente nos segmentos de atuação da Gertec, o executivo considera que as empresas do varejo em geral estão se estruturando para trabalhar no modelo figital e, nesse contexto, entende que vão se cristalizando três tendências entre os consumidores. Há os que demonstram clara preferência pelo on-line, os adeptos das compras presenciais e o de hábitos híbridos.

“Nossa empresa evoluiu junto com essas mutações e criou, por exemplo, um terminal android, que tem a mesma usabilidade do aparelho celular dessa linguagem, em uma plataforma aberta que aceita vários tipos de aplicativos e, portanto, pode ser usada de diversas formas pelo varejo. Até mesmo substituindo uma estação completa de computador, impressora, etc.”

Em resumo, a organização vem respondendo a versatilidade e mobilidade exigidas pela nova realidade da digitalização integrada. Em cima disso, indagado sobre a estratégia da companhia de mudar a imagem de fabricante de hardware – as maquininhas – para criadora de soluções que interferem positivamente no cenário atual, Turuta aproveitou para delinear as inflexões operadas pela organização na linha do tempo dos seus 33 anos de existência a serem completados em outubro. Surgindo como empresa voltada para automação comercial, em dado momento percebeu a oportunidade de participar do segmento de meios de pagamento com as maquininhas. Até que, já há alguns anos, evoluiu para uma fornecedora de hardware que também se especializou em ferramentas de software e de serviços para meios de pagamento e ao varejo em geral. “Temos um case real já desenvolvido – e que estará disponível ao mercado até o final do ano –  na linha tap on phone, com o nome de ‘Tap2Pay’. Trata-se de uma aplicação que transforma o celular com Android e tecnologia NFC (near feed communication) em um aparelho que pode fazer pagamentos por aproximação. Ou seja, uma cultura de inovação orientada pelo mercado.”

Fábio assegura que, ao contrário do que pode parecer, esse tipo de solução não acaba com o negócio das maquininhas, mas sim o complementa. Para ele, as alternativas tap on phone se direcionam mais aos nichos dos meios de pagamento, tais como pequenos estabelecimentos entrantes na modalidade, taxistas, vendedores porta-a-porta, etc. Também perguntado sobre o papel do Pix como agente transformador desse mercado, o diretor disse que a empresa já inseriu essa alternativa de pagamento em um terminal e solução Gertec, Ou seja, para ele, essa criação do Banco Central é apenas mais uma das formas de facilitar a vida do consumidor dentro do universo dos meios de pagamentos e se multiplicando em vários subprodutos.

Ao dar uma ideia da dimensão da diversidade que caracteriza ainda o segmento de meios de pagamento, o diretor se lembrou de clientes que, ainda hoje, trabalham com cheques, notadamente no interior dos estados brasileiros. Ele disse que as práticas do passado subsistem em determinadas regiões dos varejistas e faixas etárias dos consumidores. “Ainda mais para nossa organização, que atende nacionalmente, é fundamental trabalhar e tomar decisões sempre levando em conta a visão do cliente – o varejista – que nos traz bastante os inputs sobre o consumidor final.” E explicando melhor essa atuação essencialmente B2B da empresa, Fábio explicou que são duas vertentes: uma mais corporativa, junto às grandes companhias que servem o varejo e, outra, diretamente junto aos varejistas, notadamente em automação comercial, a atividade que originou a Gertec.

Depois de explicar como são aprofundadas as pesquisas junto aos clientes para conhecer a fundo os novos hábitos, dores e desejos do consumidor final, o executivo contou como trabalham os mais de 100 especialistas da organização na área de pesquisa e desenvolvimento, envolvidos com todos os demais setores. Além disso, conta muito no sucesso para competir em um segmento repleto de players globais, asseverou ele, a percepção de tendências trazida pelos vários fornecedores e parceiros da Gertec no exterior.  Ainda falou dos planos da companhia em avançar pelo mercado Latam no próximo ano, além de descrever as diferenciadas características de uma estratégia de customer care integralmente voltada ao cliente B2B.

O vídeo, na íntegra, está disponível em nosso canal no Youtube, o ClienteSA Play, junto com as outras 548 lives realizadas desde março de 2020. Aproveite para também se inscrever. A Série Lives – Entrevista ClienteSA encerra a semana amanhã (26), com o Sextou, que debaterá o tema “CX Global: Qual será a próxima disruptura?”, trazendo como convidados João Pedro Sant’Anna, CEO da SellersFlow, Ladislau Batalha, CEO do LAB Experience e Melissa Riley, especialista em CX e customer insights.

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