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MetaVerso, o que existe de novo em algo já tentado dezenas de vezes?

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Flávio de Oliveira, diretor de desenvolvimento e tecnologia da 4Mooney

Estruturar o pensamento comportamental para utilização das potencialidades do MetaVerso é sem dúvida alguma uma obrigação empresarial básica 

Autor: Flávio de Oliveira

Será que com o nome de MetaVerso a “Repetição Contínua” irá apresentar divergentes resultados, revogando assim a máxima da Insanidade. (Insanidade é fazer a mesma coisa repetidamente e esperar resultados diferentes – Rita Mae Brown, Sudden Death).  O conceito de agregar relacionamentos e oportunidades comerciais em um ambiente ludicamente dedicado à interação e por consequência ao consumo é algo muito velho. Tanto no mundo físico e com a devida proporção no mundo virtual. 

A cada degrau do advento tecnológico temos novos players repetindo a mesma pintura através de uma paleta de anacronismos dedicados à ludibriação grupal. Como se a dialética aplicada a nomenclatura fosse gerador de um advento inovador pela simples renomeação de um modelo estratégico ultrapassado.

O MetaVerso tende a ser algo interessante, todavia será funcional? Devemos lembrar que o uso de avatares com carinha de desenho animado dos anos 90 é algo tremendamente reprovado em todas as suas tentativas. A GIGANTE gastou milhões de dólares na tentativa de criar um mundo virtual e naufragou, dezenas de empresas se acharam mais espertas que ela e tiveram similar destino ao Titanic, detonando seus cascos de milhões de dólares em um Iceberg chamado “Realidade Tecnológica”. 

A tecnologia dos processadores baseados na arquitetura 8088 e os atuais sistemas operacionais não possibilitam o real poder de processamento necessário para termos universos com definições e paletas de cores e texturas similares ao mundo virtual.

A interação entre bilhões de dados comportamentais, bilhões de vetores localizacionais e a interação entre os interesses e potencialidades de cada elemento vivo deste universo necessitam de interfaces de rede muito mais complexas que as atividades neurais em si. E tudo isso tem que trafegar por barramentos internos que nas modalidades de processamento hoje existentes já se denotam ultrapassados. 

O consumo de energia necessário para que os modelos de supercomputadores em cluster funcionem já se comprovaram tão destinados ao Inferno Dantesco. Os novos “Super DataCenters” tem sido levados para as gélidas regiões polares em busca da eliminação do consumo de energia para refrigeração.

O que este cenário representa? Que empresas como IBM, Intel, Qualcomm e tantas outras estão mais que corretas em desestimular o varejo de sistemas computacionais atuais e passam a dedicar seus maiores esforços na busca da nova plataforma de processamento baseado em sistemas Quânticos. Quem alcançar o primeiro e estável sistema computacional com este processamento e armazenadores de memória baseados em sistemas de cristais e/ou nos modelos orgânicos com certeza dominará o próximo século.

E com isso o Metaverso vai deixar de ser um circuito de bonequinhos sem graça e com limitadas atividades para se tornar a morada final da Mente Humana e suas mais inexplicáveis necessidades. Hoje é mais uma interessante novidade para que os “Corporativos Senhores das Balelas” vendam seus treinamentos, façam palestras inúteis, detonem a realidade e abram vaga nas empresas para mais investimentos inúteis e degradadamente destinados ao fracasso integral.

Vale a pena dedicar tempo ao MetaVerso?
Elementar meu caro Watson! A empresa brasileira Haiecon consolidou esta tecnologia em uma aplicação vertical desde 2017, quando criou uma modelagem de ofertas baseada no tratamento de dados de conjuntos compostos por mais 150.000.00 simulacros com mais de 300 atributos comportamentais. Utilizando-se de Plataformas Cognitivas como modelos funcionais para o entrelaçamento comportamental por meio de interações lúdicas. Gerando ofertas financeiras com uso de MetaOfertas e obtiveram um sucesso inimaginável na recuperação financeira de várias empresas. Mas este é um exemplo fora do comportamento da curva mercadológica. 

Estudar e entender a derivações, funcionalidades e potencialidades do MetaVerso com certeza é uma das principais diretrizes de qualquer indivíduo relacionado a geração, consumo, convivência e/ou qualquer tipo de convivência tecnológica.

Tentar usar as atuais restrições tecnológicas como ferramentas justificatórias para o não dedicar de muitas horas ao entendimento de MetaVerso é o mesmo comportamento das milhares de empresas que acharam que a computação pessoal era um brinquedo de nerd’s. 

Na China milhares de engenheiros e projetistas trabalham sem parar para determinar as aplicações fundamentais do novo ambiente não sólido. Segundo o pensamento dos mesmos esta tecnologia será a base dos “War Games” e o insumo básico para projetar novas cidades. 

Muitos Neuros Engenheiros acreditam que as variações comportamentais ligadas a “Compulsão Digital” se consolidarão logo na disponibilização do universo fantástico.

As empresas americanas líderes mundiais na produção de games, lembrando que a indústria de games fatura mais que o dobro da indústria cinematográfica. Investiram milhões de dólares no entendimento do potencial desta plataforma de convivência plena. As cinco maiores empresas do setor acreditam que em menos de dois anos os primeiros títulos deste segmento já estejam disponíveis.

Estruturar o pensamento comportamental para utilização das potencialidades do MetaVerso é sem dúvida alguma uma obrigação empresarial básica para as empresas que desejam entender o Novo assim caminha a Humanidade.

Estudar e consolidar as estratégias e os derivativos para serem aplicados ao MetaVerso em cada empresa não é apenas uma necessidade é o fator decisivo para que a tática de sua empresa não seja explicar aos sócios por que mais uma empresa deixará de existir tanto no Metaverso como no universo real.

Flávio de Oliveira é diretor de desenvolvimento e tecnologia da 4Mooney Tecnologia e Inovação para o Mercado Financeiro.

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