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O que os clientes ganham com o fim dos cookies e a colaboração de dados na publicidade digital?

De que forma a colaboração e mensuração dos dados e as suas muitas análises viabilizam, inclusive, o uso de tecnologias de interação 

Autor: Gabriel Mazzutti

Estou há muitos anos nessa área e confesso que nunca é tempo de calmaria, pelo contrário, o tempo todo (e todo o tempo) é tempo de inovação. Mas de uns tempos para cá, essa busca por mais resultados está quase insana – apesar de muito consciente. Há um movimento enorme nos bastidores da publicidade digital. As marcas buscam soluções cada vez mais assertivas para entregarem aos clientes a sua oferta no momento mais propício para a conversão, baseadas na colaboração de dados e mensuração. E apesar de visualizar muitas cifras para os PJs do ecossistema, o CPF alvo de todas as ações ganham algo muito caro sem gastar um tostão: segurança.

Sim, o cliente pode ser o principal beneficiado se pensarmos que são as empresas que investem milhões em ferramentas que garantem a segurança de seus dados e protegem a privacidade de quem está navegando pelos mais diferentes sites. Para esquentar ainda mais esse cenário, o Google acaba de confirmar que manterá seu cronograma para encerrar o suporte do Chrome para cookies de terceiros durante o segundo semestre de 2024. Com o fim dos cookies de terceiros e a LGPD, esses benefícios ficarão ainda mais latentes.

Há ainda um outro ponto que, num primeiro momento, pode parecer benéfico apenas para os PJS: a publicidade personalizada e direcionada que, como sabemos, tem maior percentual de conversão e diminui a resistência a marcas ‘inoportunas’. Ela também é um afago na alma de quem está do outro lado da tela, quase um confort food. Afinal, nada melhor do que receber ofertas só daquilo que você gosta, tem interesse ou lhe é importante no momento, não é mesmo? Essa oferta altamente qualificada ainda poupa tempo de pesquisa (que é otimizada), oferece referências, dá ao cliente todo o direcional do que quer receber, preserva a sua privacidade e ainda experiências online cada vez mais agradáveis.

O fato é que nenhum desses benefícios chegam ao cliente sem a tecnologia necessária para a colaboração e mensuração de dados. Aliás, inviável falar de experiências agradáveis, em Customer Experience (CX), sem mencionar a análise do perfil do cliente em potencial e do comportamento de compra – para dizer o mínimo. E, ainda mais distante, colocar em prática um CX de qualidade sem o uso de soluções dessa natureza. Hoje, no mercado, há um sem número de tecnologias que executam essa função, algumas, claro, com maestria, outras nem tanto.

Não se esqueça: os dados são essenciais para ajudar na individualização do contato com os clientes, criando um padrão único de serviço e experiência e, para isso, é preciso que a interpretação dos dados seja uniforme. Os clientes buscam, além de um produto de qualidade, uma relação de proximidade com esse processo.

E também não se preocupe (se você for marca!): os resultados justificam os investimentos. A colaboração e mensuração dos dados e as suas muitas análises possíveis viabilizam o uso de tecnologias de interação como mensagens eficazes, como os chatbots, e a construção de CX de excelência para fidelizar o cliente. E por falar em fidelizar o cliente, você sabia que o Customer Experience é um dos principais diferenciais de competitividade atualmente?  

Gabriel Mazzutti é head of addressability da LiveRamp.

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