Pesquisa aponta crecimento em outsourcing

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A E-Consulting, Boutique Digital de Conhecimento líder na criação, desenvolvimento e implementação de estratégias competitivas e serviços para grandes corporações, anuncia o investimento total em outsourcing de Tecnologia da Informação (TI) no Brasil em 2004. De acordo com uma nova pesquisa conduzida pela E-Consulting entre março e maio deste ano com CIOs, CTOs e gerentes de TI e Suporte de 524 empresas da Indústria, Varejo & Comércio, Mídia & Telecom, Serviços, Governo, Financeiro, Acadêmico e Terceiro Setor de todo o país, a previsão de crescimento do mercado para este ano é de 16,7% em relação a 2003.
Ainda segundo o levantamento realizado pela E-Consulting, o total de R$ 6,6 bilhões investido no ano passado deve subir para cerca de R$ 7,6 bilhões em 2004. Já o índice de terceirização deve aumentar de 12,33%, em 2003, para 13,07% este ano. “Se considerarmos o volume total de investimentos previsto (R$ 7,61 bilhões) e terceirizá-lo por vertical, temos a seguinte ordem: Governo, com 23,1% (R$ 1,73 bilhão); Financeiro, 21% (R$ 1,62 bilhão), Mídia & Telecom,19,4% (R$ 1,49 bilhão); Indústria,15,7% (R$ 1,21 bilhão); Varejo & Comércio,12,4% (R$ 0,95 bilhão); Serviços, 6,7% (R$ 0,48 bilhão); Acadêmico, 1,6% (R$ 0,12 bilhão); Terceiro Setor, 0,1% (R$ 0,01 bilhão)”, detalha Daniel Domeneghetti, diretor de Estratégia e Conhecimento da E-Consulting e vice-presidente de Conhecimento e Métricas da Camara-e.net.
Principais áreas terceirizadas

A pesquisa da E-Consulting revela também as áreas de TI que hoje devem ser terceirizadas: Infra-estrutura (hardware, arquiteturas, gerenciamento e data center), Software (desenvolvimento & integração, gerenciamento de aplicativos), Telecom (conectividade, gerenciamento de redes e dados, contact center), Segurança (missão crítica), Consultoria (advisoring, serviços, suporte e operações) e Gestão de Pessoal.
Dentre os principais benefícios e razões da terceirização levantados pelos entrevistados, destacam-se a redução de custos operacionais e de suporte (22%); ganhos de escala e produtividade (14%); redução de investimentos diretos (11%); gestão de riscos e segurança (11%); foco no core business e parceria de confiança nas decisões (9%); falta de know-how interno e acesso a metodologias e best practises (8%); ganhos com padronização e documentação (8%); catalisador de mudanças radicais e transformador de processos (6%); falta da recursos humanos, troca de equipe e treinamento do time (4%); imposição da matriz (3%); redução dos problemas do dia-a-dia e transferência do risco (2%); e ganho de capacidade de negócios da noite para o dia (2%).