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Quem são os clientes de consórcio?

Plataforma Turn2C indica que, nos primeiros seis meses de 2022, os homens foram a maioria ao comprar consórcios; a aquisição de carros, imóveis e caminhões figuraram entre os principais objetivos

Segundo dados da Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios (ABAC), os primeiros seis meses de 2022 bateram recorde de cotas vendidas com 1,85 milhão, melhor resultado para o período nos últimos dez anos. Além disso, os números superaram em 12,1% o acumulado no mesmo período do ano passado, quando houve o registro de 1,65 milhão. Tendo como recorte o mesmo período, a Turn2C, solução de inteligência artificial (IA) para o mercado de consórcio, realizou uma pesquisa interna com objetivo de traçar o perfil dos clientes que buscaram o consórcio. A pesquisa aponta que entre os clientes da base, 69,1% eram homens, ao passo que as mulheres representam 30,9%. Já em relação à faixa etária, os jovens adultos, entre 25 e 34 anos, somam 35,2%, à medida que os clientes com idade entre 35 e 44 anos chegam a 36,8%.

Quanto às regiões, o sudeste ganha destaque ao ter três cidades no top 5 das que mais usam o consórcio. São Paulo vem em primeiro lugar com 15,4%; o Rio de Janeiro, logo depois com 3,3%; e Belo Horizonte em quinto, com 2%. As cidades de Salvador (2,2%) e Curitiba (2,1% ) ocupam o terceiro e quarto lugar, respectivamente.

O levantamento interno permitiu ainda constatar para quais fins os clientes estão recorrendo ao consórcio. Em primeiro lugar estão os que buscam comprar automóveis (34,27%), em seguida a aquisição da casa própria (28,99%), e fechando o top 3 figuram os clientes que têm como objetivo ter seu próprio caminhão (7,46%). De acordo com Bruno Pinheiro, CEO da Turn2C, a lista de desejos não é surpresa, em especial o primeiro lugar. “Temos observado um aumento significativo no preço dos automóveis. No início deste ano, por exemplo, de acordo com a Fipe, o valor dos carros novos subiu mais de 31%. O que conhecemos como carro popular registrou um aumento ainda mais expressivo, 44% nos últimos três anos. Quando somamos o aumento nos preços à alta de juros, o cenário para quem quer comprar um carro fica bastante complicado, até mesmo o financiamento torna-se mais difícil”, completa.

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