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Boa Vista aperfeiçoa combate à inadimplência

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Lucas Caiche Guedes, VP de negócios da Boa Vista

Organizações que utilizam técnicas inovadoras de cobrança têm mais chance de sofrer menos

Pensando em como a inadimplência vai se comportar em 2022, a Boa Vista anunciou um aperfeiçoamento dos seus serviços de recuperação e cobrança de dívidas. Garantindo usar tecnologia de ponta a fim de ajudar as empresas concessionárias de crédito, que são seus clientes, a empresa espera ajudar na antecipação das ações que incentivam os pagamentos, visando atenuar os impactos desse aumento no problema.

De acordo com Lucas Caiche Guedes, VP de negócios da Boa Vista, a taxa de inadimplência das famílias com recursos livres subiu 0,21 ponto percentual entre os anos de 2020 e 2021 e, só no primeiro mês de 2022, a elevação foi de 0,24 ponto percentual, para 4,61%. “A expectativa é de alta na taxa ao longo deste ano e o indicador de Registros de Inadimplentes da Boa Vista já tem mostrado um pouco disso. O fluxo de inadimplentes no 1º trimestre de 2022 subiu 9,2% em comparação ao mesmo período de 2021 e 6,7% contra o 4º trimestre de 2021 na comparação dos dados dessazonalizados”. 

Quando a pandemia chegou ao Brasil, lembra o executivo, as postergações das parcelas dos empréstimos e os auxílios emergenciais fizeram com que a taxa de inadimplência atingisse patamares historicamente baixos. “Num primeiro momento, a expectativa foi de forte elevação na taxa, como havia acontecido no passado em outros momentos de crise, mas essa elevação foi ‘empurrada’ para frente, para um momento em que o cenário econômico fosse mais favorável. Esse momento chegou, mas o cenário favorável não.”

Agora, no seu entender, a taxa tende a caminhar, naturalmente, para cima, dado que a inflação e os juros pesam sobre o orçamento das famílias, comprometendo ainda mais a renda, e a recuperação no mercado de trabalho corre o risco de ser interrompida como consequência da grande incerteza econômica trazida junto à guerra entre Rússia e Ucrânia. 

Por isso, ressaltou Guedes, a Boa Vista adotou duas estratégias para ajudar seus clientes concessores de crédito a se prevenirem de ondas de inadimplência mais elevadas. “A primeira delas é usar a tecnologia ainda mais a favor dos negócios, impulsionada pela transformação digital pela qual a empresa passa mais intensamente nos últimos anos. Evolução que vem de encontro não só às necessidades de crescimento da companhia, mas do mercado de crédito como um todo, também impactado pelo digital ainda mais durante a pandemia. Com isso, a Boa Vista tem estimulado as empresas a optarem pelos comunicados digitais, por meio dos avisos eletrônicos de débitos – seja por e-mail, seja por SMS -, ou aplicando ambos em suas réguas de recuperação”.

Esses comunicados, explica o VP, são uma alternativa ao tradicional aviso impresso, por carta – que a Boa Vista ainda usa, para os clientes que assim preferirem, ou nos cada vez mais raros casos em que o cliente não tem celular ou e-mail. “Os avisos eletrônicos, além de ecologicamente corretos, pois reduzem significativamente o uso de papel e impressões, são mais ágeis e têm maior efetividade na recuperação de dívidas, porque chegam em instantes no celular ou no e-mail dos clientes, onde quer que estejam. Além disso, são mais baratos para quem os contrata, se comparado com o  envio das cartas. Na Boa Vista a maioria dos clientes já aderiu aos avisos eletrônicos. No primeiro semestre de 2021, a participação dos avisos por e-mail e SMS no total foi de 71,4%, contra 55,7% no mesmo período de 2020”.

A segunda ação recomendada pela Boa Vista a seus clientes para escapar (ou sofrer menos) com a inadimplência é agir proativamente, se antecipando aos prazos da tradicional “régua de negativação” adotada pelo mercado. Também totalmente automatizada. O padrão tradicional é de fazer o primeiro comunicado ao consumidor com pagamento em atraso após 36 dias do vencimento do compromisso. “A Boa Vista passou a incentivar seus clientes a adotar a prática de fazer esta primeira comunicação 15 dias antes, no 21º dia após o vencimento da dívida. Isso porque, alguns de seus clientes que adotaram a sugestão tiveram 11 pontos percentuais a mais no nível de recuperação dos débitos. Claro, comunicar antes significa, em muitos casos, acabar fazendo mais comunicados, o que requer um pouco mais de investimento. Mesmo assim, as empresas que usaram o sistema proativo sugerido pela Boa Vista tiveram um retorno sobre investimento em cobrança duas vezes superior aos que permaneceram no sistema tradicional do mercado”, detalhou Lucas.

40% mais de sucesso 
A Boa Vista informou que também disponibiliza a Família de Scores de Recuperação, tanto para PF quanto para PJ. O Score é a probabilidade de algo acontecer em um certo período, como fraude, pagamento e quitação de dívidas. Com o Score Recuperação PF & PJ as empresas podem cobrar seus clientes com mais chances de quitarem débitos em aberto. “Com o Score Recuperação PF é possível identificar consumidores que possuem alta chance de quitarem débitos em aberto negativados na Boa Vista. E o PJ quais empresas apresentam a mesma chance. Conseguimos identificá-los baseando-nos em seu comportamento de pagamento passado e atual, informações cadastrais e movimentação no mercado de crédito”, explicou o executivo.

Além disso, acrescentou ele, os clientes da Boa Vista que adotaram a aceleração na comunicação foram priorizados pelos consumidores. Em média, as empresas que adotaram a “régua antecipada” de cobrança tiveram 40% mais sucesso no recebimento dos débitos pelos consumidores, em relação às companhias que permaneceram no método tradicional.

“Os consumidores que sempre prezam pelo pagamento de seus débitos, segundo estudos feitos pela Boa Vista, têm como hábito pagar as dívidas das empresas que se antecipam, ou seja, que comunicam a existência do débito primeiro. Em um contexto de alta taxa de desemprego e queda da renda familiar, muitas vezes os consumidores são obrigados a escolher quais contas devem pagar primeiro, e a empresa que se comunica de forma mais eficaz pode vir a fazer parte das que recebem antes”, concluiu o VP.

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