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É preciso conhecer os dois lados

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É sempre uma questão importante a diferença entre o consórcio, que pode ser contratado junto a uma administradora, e os financiamentos, contratados com as instituições financeiras. Para Eduardo Coutinho, professor de finanças do Instituto Brasileiro de Mercado de Capitais, Ibmec, a primeira comparação entre os dois diz respeito aos custos. “No consórcio, o participante tem que pagar taxa de administração, enquanto no financiamento o contratante tem que pagar o custo do dinheiro, como juros contratuais, impostos e tarifas bancárias”, declara Coutinho. 
O professor explica que a pessoa que pretende comprar um bem e não tem todo o dinheiro, o ideal é comparar os custos do consórcio com o Custo Efetivo Total do financiamento. “Além disso, deve considerar a necessidade de ter o bem no presente, em função de, no consórcio, depender do sorteio ou do lance”, acrescenta.
Outro aspecto importante destacado pelo professor é a forma com que o consumidor vai obter o bem. “No consórcio, o participante só terá acesso ao bem se for contemplado por sorteio ou por lance, que envolve o pagamento antecipado de parte do valor da carta de crédito, enquanto no financiamento o contratante passa a usufruir o bem no ato da compra”, explica.
Segundo Coutinho, devido ao grande volume de famílias nas classes B, C e D, o mercado está aquecido para as duas modalidades. No entanto, questionado sobre a qual é a maior procura do consumidor entre as duas opções, ele acredita que seja o financiamento. “Dada a facilidade de se fazer compras no comércio mediante financiamento, creio que seja ele”, conclui.

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