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Hora de mudar?

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A desaceleração da atividade economia vem atingindo todos os setores da economia, o que influencia diretamente na inadimplência das pequenas e médias empresas. É o que afirma James Teixeira, coordenador dos cursos de pós-graduação em controladoria financeira e de investment banking da FAAP. Na opinião do professor, para ajudar nesse cenário, linhas de crédito como BNDES, podem ser interessantes para os empresários. No entanto, as pequenas e médias empresas ainda tem uma cultura de usar capital próprio e não de tomar dinheiro emprestado. “Os proprietários dessas empresas pequenas e médias, lamentavelmente, não tem essa cultura e esse conhecimento, e isso dificulta o acesso ao crédito também”, afirma.
Para o professor, além do cenário econômico, os custos financeiros por conta de altas taxas de juros e tarifas públicas também podem atrapalhar no planejamento das finanças dessas empresas. “Esse mês de julho, por exemplo, haverá um aumento de 16% da energia elétrica, fatalmente, todos nós sentiremos no bolso isso, e as empresas não ficam isentas desse tipo de despesa. Esse panorama faz com que as empresas pequenas e médias fiquem mais inadimplentes”, explica.
Nesse cenário, o empresário passa a ser mais consciente na hora de adquirir crédito, assim como os bancos, como afirma Teixeira. “Quando o empresário adquire crédito, ou é para expandir o seu negócio ou para financiar estoque. Com esse quadro de taxa de juros, e economia em desaceleração, os empresários ficam mais cautelosos em investir. Já os bancos aumentam as taxas de juros para compensar esse risco que está se apresentando. É um ciclo vicioso.”

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Rentabilizar melhor o negócio. Esse deve ser o grande objetivo das empresas de contact center em 2014. “Esse é um setor que movimenta um grande volume de fluxo de caixa, porém, a rentabilidade final é pífia”, afirma Andres Enrique Rueda Garcia, presidente da Uranet. Por isso mesmo, ele acredita que devemos ver, cada vez mais, a área de televendas trabalhar com operações 100% variável. “É a única maneira das empresas de contac center conseguirem rentabilizar o negócio”, completa. Em entrevista exclusiva ao portal, Rueda faz uma avaliação da atividade e detalhas os planos da Uranet.
Callcenter.inf.br – O que devemos ver de transformação, esse ano, no mercado de contact center?
Rueda: Cada vez mais, atuar no setor de televendas com operações 100% variável é a única maneira das empresas de contac center conseguirem rentabilizar o seu negócio. Além disso, a atividade deve sair fora da incerteza da legislação sobre atividades fins, já que acreditamos que, em 2014, deva ter uma decisão final.
Qual deve ser o grande desafio das empresas de contact center?
Nosso setor tem que mudar de comportamento. Ele se vende mal para o seu cliente. Paga mal para seu colaborador. Atende mal o cliente do seu cliente. É um setor que movimenta um grande volume de fluxo de caixa, porém, a rentabilidade final é pífia. Este quadro alimenta “empresários” que vivem com políticas escusas tributárias e de sonegação. A boa notícia é que a continuidade de empresas administradas dessa forma tem prazo de validade. O setor sozinho se filtra.
E os planos da Uranet para 2014?
A ampliação da estrutura atual com mais um site na cidade de São Paulo com capacidade para mais 1000 posições. Consolidar o sistema Intergrall como ferramenta completa de atendimento para as empresas (Telecom/Front-End/CRM), inclusive lançando uma versão para ser comercializada por uma operadora de Telecom.
Qual a meta de crescimento?
Em torno de 20%, ampliando nossa base de clientes com o novo site e massificando a instalação de licenças de nosso software.

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Apesar do grande declínio nos mercados financeiros em virtude da crise, espera-se que os investimentos em TI sejam, no mínimo, mantidos, com alguns grupos apresentando um crescimento moderado pelo restante do ano. A informação faz parte de uma pesquisa realizada pela Sybase, fornecedora de software e serviços voltados ao gerenciamento, análise e disponibilidade das informações no ambiente móvel, e pela IDC Financial Insights com o objetivo de determinar as diretrizes previstas pelas instituições financeiras em função da crise atual.

 

Realizado durante o primeiro trimestre de 2009, o estudo “Emerging From a Crisis, a Sybase Study on Capital Markets” foi feito com mais de 200 empresas usuárias e fornecedoras do setor financeiro – de corretoras e bancos de investimento a administradoras de investimentos, fundos de hedge (proteção) e outras administradoras de finanças com ativos ou capitais administrados com valores inferiores a US$ 10 bilhões e também superiores a US$ 100 bilhões. “Embora as empresas de administração de investimentos estejam enfrentando um ambiente extremamente difícil, os dados do estudo mostram que elas estão operando diligentemente para se posicionarem com sucesso no futuro”, afirma Sean O’Dowd, analista sênior de Capital Markets da Financial Insights.

 

O estudo confirma que as instituições financeiras não somente estão remodelando as estratégias, mas também estão fazendo isso em massa e rapidamente. Duas em cada três empresas usuárias – que correspondem a 66% das pesquisadas – estão planejando mudanças nos negócios, principalmente em função da crise. Um total de 80% das fornecedoras está fazendo mudanças nos negócios para se ajustar à crise.

 

Entre as empresas usuárias pesquisadas do setor comprador, 51% planejam alterar a estratégia, aumentando o foco para maior integração dos negócios. Outro ponto que o levantamento mostra é que estas companhias pretendem abandonar alguns segmentos específicos que não geram resultados positivos. Cerca de 65% das fornecedoras pretendem fazer o mesmo, ajustando o foco para a maior integração das unidades de negócio e na exploração das oportunidades de fusões e aquisições como resposta à atual situação do mercado.

 

Compliance é prioridade – A pesquisa aponta ainda que os investimentos em TI devem ter um aumento moderado para usuários e fornecedores, sendo o risco a área dominante para os investimentos previstos. As empresas usuárias e fornecedoras afirmaram que a área de conformidade (compliance) é uma prioridade na categoria dos riscos.

 

Segundo o diretor de Financial Markets da Sybase, Sinan Baskan, apesar dos grandes cortes que atingiram a indústria de serviços financeiros, o estudo confirma o que a companhia já havia observado nos últimos seis meses. “As fortes e contínuas vendas da nossa plataforma de Capital Markets foram impulsionadas pela necessidade dos setores de compra e venda investirem em tecnologias que proporcionam uma visão clara das atividades dos mercados e das empresas em tempo real”.

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