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Douglas Barrochelo, CEO da Biz

Geração Z impulsiona mudança no uso de benefícios

Levantamento da Biz mostra que trabalhadores mais jovens ampliam uso de benefícios para experiências, vestimenta e até hotelaria

Estudo realizado pela Biz, empresa de multibenefícios flexíveis e hiperpersonalizados, revela como diferentes gerações utilizam seus cartões de benefícios no dia a dia e aponta uma transformação relevante no comportamento de consumo dos brasileiros. Embora categorias essenciais, como mercados e atacadistas, ainda concentrem a maior parte dos gastos, há uma mudança em curso, impulsionada pelas gerações mais jovens, que passam a utilizar os benefícios também para conveniência, mobilidade e experiências.

“Os dados mostram que o benefício deixou de ser apenas um apoio ao abastecimento básico e passou a ocupar um papel mais amplo na jornada do colaborador. Hoje, ele acompanha o ritmo da vida das pessoas, que pode variar de forma considerável se levarmos em conta a personalidade e necessidades de cada um”, afirmou Douglas Barrochelo, CEO da Biz.

No consolidado de dezembro de 2025, cuja análise contempla a base de usuários da Biz, supermercados e mercearias lideram com cerca de R$ 3,18 milhões em volume transacionado, seguidos pelos atacadistas, com aproximadamente R$ 1,1 milhão, reforçando o papel histórico dos benefícios como instrumento de abastecimento. No entanto, outras categorias já ganham protagonismo, como postos de combustível, que acumulam cerca de R$ 589 mil, indicando que os benefícios vêm sendo cada vez mais incorporados à rotina fora de casa, indo além da alimentação.

Diferenças geracionais revelam mudança de comportamento

A análise por geração evidencia padrões distintos de uso dos benefícios. Entre os baby boomers (nascidos entre 1940 e 1960) e a geração X (1961 a 1980), há forte concentração em categorias essenciais. Supermercados e atacadistas dominam o consumo dessas faixas etárias, refletindo um comportamento mais planejado e previsível, com menor dispersão para categorias como alimentação fora do lar e mobilidade.

Já os millennials (1981 a 1995) apresentam um perfil mais equilibrado. Embora ainda concentrem gastos relevantes em supermercados, essa geração amplia o uso dos benefícios para restaurantes, lanchonetes e combustível, acompanhando uma rotina mais dinâmica e híbrida. Esse movimento se reflete na relevância crescente dessas categorias no consolidado, com mais de R$ 1,5 milhão em alimentação fora do lar e R$ 589 mil em mobilidade.

“A geração millennial marca uma transição importante. Ela mantém o compromisso com o consumo essencial, mas já incorpora conveniência e praticidade no uso dos benefícios, o que exige soluções mais flexíveis e inteligentes. Por isso, a hiperpersonalização dos benefícios, pilar principal da Biz, é algo tão importante, pois permite que o trabalhador tenha a liberdade de consumir conforme suas necessidades e desejos pontuais”, comentou Barrochelo.

Na geração Z (1996 a 2012), essa tendência se intensifica. Apesar de ainda participar do volume total concentrado em supermercados, o grupo apresenta uma distribuição mais diversa de gastos, com maior presença proporcional em categorias como alimentação fora do lar, transporte e até lazer, como hotelaria, que soma cerca de R$ 405 mil, e vestuário, com R$ 172 mil no total analisado. O comportamento indica uma priorização de experiência, praticidade e consumo mais imediato.

Por fim, a geração alpha (a partir de 2013), ainda fortemente influenciada pelos responsáveis, mantém predominância em categorias essenciais, mas já apresenta sinais de diversificação, especialmente em alimentação fora de casa e consumo cotidiano. O padrão sugere uma transição em curso para hábitos mais flexíveis desde cedo.

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