Estudo da Fiserv revela também que, com a ampliação da presença no ambiente on-line, as consumidoras também demonstram maior atenção à segurança das transações
A digitalização do consumo e a segurança nas transações vem sendo fatores centrais na jornada de compra para o público feminino. Dados da pesquisa “Fiserv Insights 2026”, elaborada pela Fiserv, mostram que mais da metade das mulheres (52%) preferem realizar compras on-line, enquanto 16% ainda optam por lojas físicas, e 32%, pelo ambiente omnichannel. E a preferência pelo e-commerce é maior (60%) entre as mulheres com idade entre 18 e 39 anos.
Com a ampliação da presença no ambiente online, as consumidoras também demonstram maior atenção à segurança das transações: 48% das mulheres consideram a segurança de dados como fator primordial para comprar no e-commerce. “Soluções que integram prevenção a fraudes e proteção de dados na jornada de compra contribuem para experiências completas e sustentáveis. A segurança nos meios de pagamento deixou de ser apenas um atributo técnico, hoje ela é um elemento-chave na construção da confiança e na decisão de compra”, destacou Rodrigo Climaco, vice-presidente de desenvolvimento de negócios da Fiserv no Brasil.
Ainda segundo o levantamento, 74% das mulheres já desistiram de uma compra digital por falta de opções de pagamento, demonstrando que a flexibilidade e variedade são determinantes para evitar o abandono de carrinho. Na escolha de como pagar, o cartão de crédito e o Pix aparecem entre os meios preferidos, reforçando a necessidade de soluções que garantam fluidez e integração de canais.
Para o varejo, a disponibilidade de meios de pagamento segue sendo um fator decisivo para a conversão de vendas. Compreender o comportamento feminino é essencial para o varejo e para o ecossistema de pagamentos. “Garantir uma jornada segura, com ampla aceitação de meios e tecnologias que reforcem a proteção de dados, torna-se um diferencial competitivo para atender às expectativas de uma consumidora cada vez mais digital e orientada pela confiança”, concluiu o executivo.





















