CEO da Vulp Air expõe com a climatização de ambientes é fator crítico para retenção de clientes
A climatização deixou de ser um item operacional para se tornar parte estratégica da experiência do cliente. Ciente dessa mudança, a Vulp Air, empresa com mais de 50 anos, evoluiu para um modelo de climatização por assinatura, integrando projeto, equipamentos, instalação, manutenção e tecnologia. A proposta é simplificar uma cadeia fragmentada de fornecedores e, ao mesmo tempo, medir em tempo real como o conforto térmico influencia a operação, a permanência e a retenção de clientes em diferentes negócios. A visão é transformar o que costuma ser invisível em um indicador concreto de desempenho, assegurou Mateus Orsini, CEO da Vulp Air, hoje (22), na 1415ª edição da Série Entrevista ClienteSA.
Ele detalhou que o modelo de assinatura verticaliza toda a cadeia de climatização. “Com a assinatura, a complexidade desaparece e o incentivo fica alinhado: a empresa só ganha se o sistema funcionar bem. Essa simplificação resolve dores diárias de hospitais, escolas, academias e varejistas, que passam a contar com previsibilidade, peças inclusas e troca de máquinas sem custos extras”, afirmou Mateus. Essa transformação do modelo de negócio não foi acidental, mas resultado de uma escuta atenta aos clientes. “Você tem que estar ouvindo o cliente. Estar próximo do cliente é fundamental para identificar oportunidades.”
Segundo Mateus, os números comprovam o impacto na experiência e no resultado. Em academias, a climatização inadequada é o principal detrator de clientes, maior até que a qualidade dos profissionais ou a variedade de aulas. “Depois que entramos com nosso serviço, a retenção sobe até 13%.” No varejo, ele aponta que o desconforto térmico reduz em 20% a 30% o tempo de permanência na loja e afeta o ticket médio.
Para medir a qualidade da experiência,a Vulp Air busca ir além dos indicadores tradicionais de SLA. “Desenvolvemos sensores que emitem dados 24 horas por dia e mantêm o ambiente dentro da faixa projetada em mais de 95% do tempo. Quando relacionamos esses dados com métricas de presença e comportamento do cliente final, conseguimos demonstrar o impacto direto da climatização no negócio do cliente.” Para saber mais, confira o bate-papo, na íntegra, disponível no ClienteSA Play, nosso canal no YouTube, junto com as outras 1413 lives realizadas desde março de 2020, em um acervo que já passa de 4,3 mil vídeos sobre cultura cliente. Aproveite para também se inscrever.
A Série Entrevista ClienteSA terá sequência amanhã (23), recebendo Patrícia Macedo, CMO da Neve, que falará do movimento de inovação e premiumização para atender novas expectativas; na quinta, será a vez de Rafael Landim, CEO e fundador da Minas Locc; e, encerrando a semana, um quinto encontro com empresas reconhecidas com o Ouro no Prêmio ClienteSA 2026 marcará o Sextou que debaterá o tema “Bench brasileiro: As experiências campeãs que ditam tendências”, reunindo Luciana Gennari, superintendente executiva de contact center da Tokio Marine, Fabiano Schneider, diretor executivo de performance e atendimento do Banco Mercantil, e Barbara Feitosa, gerente de experiência do cliente e retenção da MedSênior.




















