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De teleinformática para callcenter

Em 1992, conversando sobre empregos e novas oportunidades, surgiu a idéia de criar uma empresa diferenciada no mercado que tivesse uma solução integrada, oferecendo serviços completos. Colocando em prática os projetos, no ano seguinte apareceu a primeira companhia do Grupo TMS, especializada em Teleinformática.

Os primeiros contratos tratavam de inserir processos de automação bancária, já que seus fundadores eram oriundos do Unibanco. O help desk e o suporte em segundo nível especialmente de hardware e redes também era (e ainda é) realizado pela empresa. Desenvolvendo serviços para empresas financeiras renomadas no mercado como os bancos Real, Sudameris e Bradesco, e sem a ajuda de sócios financeiros, conseguiram solidificar sua posição. De 94 para 95 o Grupo apresentou um crescimento de 350%.

De acordo com o diretor comercial do grupo, Katsuichi Miyasato, a empresa de Teleinformática do Grupo TMS, através dos serviços de criação de infra-estrutura, gerou um rendimento sustentável e uma acumulação de capital. Com um lucro significativo, foi possível investir em um novo ramo de prestação de serviço. “Por indicação de nossos próprios clientes, criamos a segunda empresa do grupo, a de Engenharia. Por exemplo, se um banco queria montar uma nova agência em um determinado bairro nós também fazíamos (e ainda fazemos) todo o projeto de construção do local através de nossa empresa de engenharia”, conta.

A etapa seguinte foi a criação de mais uma empresa para o grupo, a de Consultoria. O Grupo TMS passou então, além de teleinformática e engenharia a desenvolver sistemas e processos de gestão de negócios. O callcenter foi o último setor desenvolvido pela empresa. “Até hoje fazemos o projeto, dimensionamos, implantamos e fazemos a gestão se o cliente quiser, se não, oferecemos apenas o suporte”, explica o diretor Diogo Morales.

Com o mercado em crescimento, mais um passo foi dado pelo Grupo TMS. A empresa incorporou os serviços de representações. Em 96, a empresa fechou uma parceria com a Professional Help Desk (atual Servicelt), empresa que fez a primeira solução para help desk (“A primeira não, mas sim uma das melhores soluções^”, justifica Morales). Dois anos depois foi a vez da Siebel. “O Grupo TMS foi a primeira empresa a ter contrato assinado com a Siebel, representado seus produtos no país”, declara Morales.

Em 97 um fato curioso. A matriz do Grupo TMS, localizada na região de Alphavile, em São Paulo, pegou fogo e ficou totalmente destruída. Mas, segundo Miyasato, a coesão da equipe de funcionários e o apoio dos funcionários foram necessárias para resolver o problema. “Tenho duas palavras que definem esta situação: integração e solidariedade. A primeira por parte dos funcionários que foram muito competentes, a segunda dos clientes que nos ofereceram até local para monter nova operação”, lembra.

Em uma semana a empresa estava instalada em novas instalações, operando normalmente e sem perder os dados que foram destruídos no incêndio da matriz. “Sempre tivemos a preocupação de fazer back up de todas as operações realizadas em nossa empresa, por isso não enfrentamos problemas com os dados que foram perdidos no incêndio”, diz Morales. No ano do acidente, a empresa cresceu 100%. Uma estatueta chamda Phoenix, com formato de chama e tendo nas pontas o formato de uma ave, foi distribuída a todos os seus clientes e principais fornecedores.

Há 4 anos o Grupo TMS obtém um crescimento ao redor de 100% em relação ao ano anterior. Hoje, o callcenter da empresa tem Help Desk como principal ação e aposta no crescimento através da instalação de mais dois sites além da contratação de 500 a 700 operadores. A empresa também oferece a solução completa para callcenters, desde o planejamento da construção do local até o suporte. O diretor afirma que ainda para o 1º trimestre deste ano a empresa vai ter mais um canal, o de Internet callcenter. “O objetivo é ter dados, voz e imagem nesta solução já que, como nossa tecnologia é recente, está preparada para suportar o novo canal”.

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