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Empresas passam a oferecer mais de 10 meios de pagamento para fidelizar clientes e expandir receitas

Rafael Lavezzo, vice-presidente sênior da Nuvei na América Latina

Mapeamento da Nuvei/IDC com executivos de cinco continentes aponta a diversificação como palavra de ordem para sobreviver na chamada ‘era dos pagamentos conectados’

Empresas do Brasil e do exterior vêm dobrando as apostas na diversidade de métodos de pagamento para dar mais escala ao negócio, fidelizar clientes e expandir as receitas. A estratégia é uma das constatações de um mapeamento realizado pela Nuvei, fintech de meios de pagamento, em parceria com a consultoria IDC (International Data Corporation). A análise mostra que a chamada ‘era dos pagamentos conectados’ é marcada por uma inédita pluralidade e flexibilidade nas transações online, o que vem exigindo infraestruturas cada vez mais robustas das empresas.

O whitepaper “Empoderando novos negócios com inovação em pagamentos” ouviu uma amostra de dez executivos de companhias globais que operam em países nos cinco continentes, abrangendo empresas globais de setores como varejo, tecnologia, alimentos e saúde. O levantamento extraiu informações e as percepções de tomadores de decisão sobre como as empresas estão aprimorando a experiência dos clientes e abrindo novos mercados com operações em tempo real, BNPL (siga em inglês para by now, pay later), pagamentos integrados e moedas digitais.

Tendência à diversificação

Entre as empresas consultadas pela IDC, seis delas apresentavam mais de cinco alternativas de meios de pagamentos e três já ofereciam mais de 10. “A busca pela diversificação dessas soluções se tornou regra obrigatória para empresas que expandem suas operações online, aumentam as linhas de produto e passam a atuar em novos mercados”, destacou Rafael Lavezzo, vice-presidente sênior da Nuvei na América Latina.

De acordo com o executivo, a variedade de opções de pagamento disponíveis hoje no mercado praticamente inviabilizou a estratégia de trabalhar com apenas uma marca e um canal. “Além da diversificação, temos observado empresas usando inteligência artificial, IoT e outras tecnologias na análise dos pagamentos para segmentar os clientes em grupos e melhorar a abordagem das vendas”.

As entrevistas realizadas também apontam que a ativação de novos canais de pagamento, como os aplicativos BNPL (ou “compre agora, pague depois”), pode gerar aumento de receita mensal de até 32% para as empresas, ultrapassando US$ 200 bilhões até 2028. O estudo cita ainda o Pix como um método de pagamento com crescimento significativo no Brasil. As Localized Wallets, usadas nos mercados do sudeste da Ásia, e os sistemas de pagamento bancário direto em tempo real, como o UPI (Unified Payments Interface) na Índia, também mereceram destaque.

Foco no cliente

No modelo de desenvolvimento da tecnologia de pagamento proposto pelo IDC, a chamada ‘era dos pagamentos conectados” é uma evolução da ‘era da internet’, marcada pela popularização das carteiras móveis e dos pagamentos online nas duas últimas décadas. Antes disso, passamos pela ‘era dos cartões’ nos anos de 1970, 1980 e 1990, com a chegada dos cartões de crédito e débito para processar pagamentos físicos nacional e internacionalmente.

Entretanto, ainda que as empresas migrem para a era dos pagamentos conectados, Lavezzo pondera que a escolha pelo modelo ideal deve partir sempre da perspectiva do cliente e de outras variáveis inerentes ao negócio. “Tudo depende da geografia, jurisdição local, vertical do negócio e, finalmente, da personalidade de usuário”, defende o vice-presidente. Segundo o executivo, é fácil encontrar regiões nos EUA e na Ásia onde super aplicativos digitais coexistem com a preferência pelo cheque de papel. “Existe sim uma tendência global para pagamentos digitais e novas tecnologias, mas também existem regiões específicas, com negócios e clientes específicos, onde os métodos tradicionais ainda predominam”, revela.

Certo mesmo, de acordo com o executivo da Nuvei, é que os meios de pagamento passam a ser uma parte significativa da estratégia real do negócio. “O que antes era uma despesa comercial passou a ser parte da experiência do cliente e um verdadeiro impulsionador de novas receitas. Para tirar proveito das possibilidades desta nova era, as empresas vão precisar se perguntar o que vale a pena priorizar em relação aos pagamentos”.

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