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Mais comodidade e menos burocracia com cultura cliente

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Callebe Mendes, CEO da Zapay

CEO da Zapay explica como startup cresceu atenuando a dor trazida pelos débitos veiculares

Multas de trânsito, IPVA e licenciamento são fatores que, por onerar os orçamentos familiares e trazerem a percepção e a prática do desconforto da burocracia, formam um cenário que retira um pouco do grande prazer que é possuir um carro. Entretanto, graças à tecnologia e à adoção de uma cultura cliente, mesmo esses aspectos já podem assustar menos. E é o que explica o crescimento da Zapay, startup que, em menos de cinco anos de existência, já atende mais de quatro milhões de usuários em todo o país, facilitando o pagamento e o parcelamento dos débitos veiculares. Por meio de vários canais de atendimento e em parceria com organizações dos setores automotivos e financeiro, desburocratiza os serviços dos Detrans no país, parcelando débitos no cartão de crédito e permitindo uso de PIX. Inclusive, por meio de inteligência artificial, já oferece consulta e quitação de débitos pelo WhatsApp. Contando a trajetória da organização que almeja outras soluções eliminando dores no segmento, Callebe Mendes, CEO da Zapay, participou, hoje (31), da 493ª edição da Série Lives – Entrevista ClienteSA.

Iniciando pela história da criação da Zapay, o executivo contou que a startup nasceu de um modo diferente da maioria de suas congêneres. Na sua interpretação, esse tipo de empresa disruptiva costuma surgir descobrindo e se aprofundando em uma dor específica, estudando como saná-la por meio de soluções criativas. Ainda enquanto estudante, em 2017, cursando Engenharia Civil em Brasília, Callebe identificou no meio do caminho seu pendor para a tecnologia e, depois de uma primeira experiência como empreendedor, vislumbrou outra oportunidade. O objetivo era melhorar a experiência de compra no varejo com uma solução de pagamento. Foi criado um aplicativo que permitia efetuar check-out por QR-Code, sem a necessidade do consumidor pegar fila para passar no caixa. Nesse ínterim, ele e seus sócios se depararam com uma matéria jornalística segundo a qual o Detran do Distrito Federal, por meio de portaria, abria a oportunidade para soluções que permitissem parcelamento de débitos veiculares com cartões de créditos.

Surgia ali a oportunidade de ajudar, de uma só vez, tanto o cidadão quanto o governo – que não tem qualquer ônus com essa prestação de serviços. Mais ainda: uma atividade B2C que solucionaria boa parte de seus desafios por não precisarem buscar muito investimento para atrair consumidores. Estes já estavam ali, na base de cidadãos usuários do Departamento de Trânsito. O que não evitou, no entanto, que o início fosse complexo pela burocracia que envolve toda a relação com órgãos governamentais, mesmo quando não há despesas públicas no meio. “Foram oito meses de luta pelo credenciamento, enquanto ainda buscávamos o aperfeiçoamento da plataforma voltada para o varejo, até que, em maio de 2018, conseguimos lançar esse produto inédito de pagamento e parcelamento de débitos veiculares. Ao verificar que, somente no primeiro dia de atividade, conseguimos transacionar cerca de R$ 300 mil, abandonamos de imediato a ideia anterior.”

Na sequência, detalhou o CEO, houve o mergulho na dor do proprietário de veículo no país, sempre com a incômoda percepção de o quanto existe de encargos e burocracia em cima desse bem. De tal forma que o público da Zapay, hoje, é formado pelas pessoas que têm um carro e o objetivo da startup é reduzir sua dor de cabeça e suas despesas. E, como se trata de algo que ocorre em nível nacional, a empresa logo conseguiu replicar a solução para os Detrans de todo o país. “A essa altura, já havíamos conseguido captar recursos por meio de investidores, mas o desafio se resumia em como conseguir escalar mantendo o mesmo nível de atendimento e de resolução aos clientes. O que estamos conseguindo, conforme se constata pelos altos indicadores de satisfação de clientes registrados nas métricas que utilizamos. Atingimos hoje mais de quatro milhões de usuários mantendo um mesmo padrão de relacionamento.”

Ainda nessa linha dos desafios de crescimento, Callebe chamou a atenção para a importância de atrair talentos para seguir em evolução. Segundo ele, atualmente tudo acontece em uma velocidade tão significativa que torna difícil serem as tecnologias sempre o grande diferencial, pois, em sua maioria, são facilmente reproduzidas. “Por isso, mesmo nascendo por meio da tecnologia, o grande ativo das startups hoje são as pessoas. A empresa só pode crescer por meio de colaboradores bons de mercado e especialistas. Quase sempre, o fundador da organização, como é meu caso, é um generalista com visão de negócio. Então, tem de contar com profissionais muito preparados para áreas específicas. São estes que vão tocar a empresa, sempre motivados e inspirados por um propósito, que é a verdadeira missão da organização assumida por cada um.” E explicou também o quanto a nova cultura do trabalho à distância tem permitido contratar colaboradores e executivos por todo o país.

Além da plataforma tecnológica replicada nos órgãos de gestão de trânsito em nível nacional – mantendo a operação on-line que responde por mais de 90% do faturamento -, a Zapay mantém também postos físicos nos Detrans e em centros de desburocratização como o Poupatempo, em São Paulo, o Vapt Vupt, em Goiás, etc, o que conferiu à startup um alto grau de adaptabilidade. Ele vê como imprescindível, a despeito disso, atender a uma exigência atual do consumidor, que é dispor de uma multiplicidade de canais para escolher conforme sua conveniência. Por isso, a Zapay oferece a plataforma de e-commerce, o aplicativo e a “Zoe”, persona de inteligência artificial que alavanca o relacionamento pelo Whatsapp. “Hoje nossos clientes conseguem consultar e pagar débitos veiculares por esse canal.” O executivo ainda pôde falar um pouco de que forma espera crescer de duas a três vezes por ano e sobre o futuro do negócio, sempre focado em oferecer comodidade e desburocratização nesse setor. Com o crescimento paulatino das despesas com débitos dos veículos no orçamento familiar, a empresa, por exemplo, espera lançar produtos mais acessíveis de seguros, financiamentos, etc.

O vídeo com o bate-papo na íntegra está disponível em nosso canal no Youtube, o ClienteSA Play, junto com as outras 492 lives realizadas desde março de 2020. Aproveite para também para se inscrever. A Série Lives – Entrevista ClienteSA prosseguirá amanhã (01), recebendo Fábio Lima, diretor de vendas para o varejo da Lenovo, que abordará a aposta na “transformação inteligente” para entregar valor ; na quinta, será a vez de Bruno Oliveira, cofundador e COO da Monkey; e, encerrando a semana, o Sextou debaterá o tema “Carreira: O protagonismo feminino em cultura cliente”, com as convidadas Ana Paula Kagueyama, head of global customer solutions da Paypal, Isabela Cardoso, especialista em CX, Juliana Sandano, superintendente executiva do ciclo de vida do cliente do Banco Original, Suzzy Cipriano, diretora de CX da Vivo, Melina Vidaller, diretora de clientes da CVC Corp, Mirella Marchi, gerente de comunicação e relacionamento da Nissin, Gabriela Bianco, diretora de clientes da Brasilseg e Sarita Besada, diretora de contas globais da Atento Brasil.

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