Saque e depósito são as transações mais realizadas

Cerca de 32 milhões de brasileiros utilizam algum aplicativo para trabalhar ou obter renda e 37% sacam tudo, aponta pesquisa TecBan/Instituto Locomotiva

0
37
Marcos Mazzi, gerente executivo do Banco24Horas
Marcos Mazzi, gerente executivo do Banco24Horas

Recebimento e saque de dinheiro são as operações mais comuns entre os brasileiros que possuem conta em banco atualmente, com 65% de predominância. Esse é um dos principais dados apontados na pesquisa “Os Brasileiros e os Bancos”, realizada pelo  Banco24Horas, que proporciona acesso financeiro às pessoas por meio de soluções da TecBan, e o Instituto Locomotiva, verificando a relação dos brasileiros com o dinheiro e as instituições financeiras. Segundo a sondagem, a operação de saque é especialmente relevante entre os brasileiros das classes D e E. Ao todo, 27% das pessoas bancarizadas nessa faixa de renda têm no saque a operação mais utilizada.

O estudo apontou, ainda, que 34 milhões de brasileiros não movimentaram nenhuma conta bancária no último mês e 37% dos que recebem por aplicativos sacam tudo o que ganham. Além disso, registrou que, embora 90% dos brasileiros possuam conta em banco, dois em cada 10 deles não usaram nenhuma conta bancária nos últimos 30 dias. São também cerca de 34 milhões de pessoas (bancarizadas e não bancarizadas), que movimentam aproximadamente R$ 347 bilhões.  É uma parcela da população composta, principalmente, por moradores do interior dos estados, mulheres, pessoas mais jovens (18 a 34 anos), e com menor escolarização (fundamental ou médio). “Existe uma parcela enorme da população que saca o dinheiro para ter mais controle e até mais descontos”, analisou Marcos Mazzi, gerente executivo do Banco24Horas, ressaltando que a empresa oferece acesso a mais de 90 serviços financeiros e não apenas ao dinheiro.

Outra constatação é a de que 76% dos brasileiros que possuem carteira digital “estouram” o pacote de dados antes do período programado. “O medo de não conseguir concretizar transações por falta de sinal e/ou pacote de dados móveis ainda é uma realidade muito latente, o que torna o caixa eletrônico um ambiente seguro para transacionar e altamente disponível, mesmo nas regiões mais remotas”, pondera Mazzi.

O levantamento indicou ainda que 20% dos brasileiros – em torno de 32 milhões de pessoas -, utilizaram algum aplicativo para trabalhar ou obter renda e que 37% sacam tudo o que ganham.  “O consumidor procura uma ponte entre o físico e o digital. Os caixas eletrônicos do Banco24Horas cumprem esta função. Na atualidade, a lógica que de fato entrega tudo o que o consumidor precisa é aquela que une as comodidades do digital com a experiência que só o físico consegue oferecer”, diz Renato Meirelles, CEO do Instituto Locomotiva.

A pesquisa foi realizada em todo o território nacional, entre os dias 13 e 21 de maio deste ano. A amostra utilizou entrevistas de 1.610 homens e mulheres de todas as classes sociais acima dos 18 anos. A margem de erro é de 2,8 pontos percentuais.

Evolução da marca
O Banco24Horas anunciou também que acaba de evoluir a expressão de marca, com novos elementos e com uma tipografia exclusiva criada por Fabio Haag, com letras mais curvilíneas, fluidas e traços marcantes e proprietários para transmitir mais proximidade. Para fortalecer o universo visual, a paleta de cores também se expandiu e conta agora com tons de marrom, azul, amarelo e cinza, além dos tradicionais e reconhecidos vermelho e branco. Nas comunicações, o Banco24Horas manterá as pessoas como protagonistas, apresentando ainda mais a pluralidade do Brasil e suas diferentes regiões. Sem falar na criação de um manifesto que expressa sua essência e utilização de um tom de voz e linguagem mais próximo, que dialogam com as diferentes realidades vividas pelos brasileiros. Além da fonte chamada Banco24Horas, a marca ganha ainda um vasto repertório de ícones e ilustrações que comporão a identidade visual.

Junto com essas novidades a marca fortalece um compromisso de atuação em cinco territórios que se conectam com o posicionamento e propósito do negócio: liberdade financeira, economia local, educação, cultura brasileira e carreira profissional. “Entendemos que estes pilares são essenciais para promover a autonomia. Falamos com todos os brasileiros e queremos oferecer ainda mais recursos que contribuam para acelerar a inclusão financeira a partir do conhecimento para vermos as pessoas fazendo acontecer”, pontua Thais Passarella, Head de Marketing, Marca e Comunicação.