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On-line continua aumentando inclusão no crédito pessoal

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Marcelo Ramalho, CEO da Provu

Ao realizar um levantamento junto a 4 mil usuários que solicitaram empréstimos em sua plataforma digital no ano passado, a Provu, fintech especializada em meios de pagamento e crédito pessoal, constatou: 43,2% deles declaram ser a primeira vez que pediram crédito pessoal na vida e escolheram uma instituição financeira totalmente on-line para isso. Em 2020, esse número, ainda mais significativo, foi de 71%. 

“O ano de 2020 foi de muitas mudanças e inconstâncias no mundo, afetando diretamente a economia do País. Muitos brasileiros sentiram isso no bolso e recorreram a empréstimos pessoais para tentar reverter situações cotidianas. Inclusive, de acordo com dados do IBGE, cerca de seis milhões de pessoas solicitaram empréstimos no período de pandemia de 2020”, comenta Marcelo Ramalho, CEO da Provu. 

Quando perguntados sobre porque escolheram uma plataforma digital, 40,5% responderam que acham mais fácil do que ir até uma agência bancária ou loja. Já 25,1% apontaram que não conseguiram empréstimo no banco em que têm conta e 24,1% disseram que escolheram a fintech porque as taxas são melhores. 44,5% das solicitações foram feitas no último trimestre do ano, 27,9% no terceiro, 16,1% no segundo e 11,5% no primeiro trimestre. 

Entre os principais motivadores que os levaram a solicitar o empréstimo, Pagamento de Dívidas foi apontado por 39,8% dos respondentes; Investimento em Empresa foi 17,5% e Reforma da Casa motivou 12,1%. Em 2020, as motivações foram semelhantes: 36,4% pediram para Pagamento de Dívidas; 13,9% para Melhorias e Reformas em Casa; e 13,8% para Investimento em Empresa.

A Pandemia e as consequências causadas por ela levou 60% dos solicitantes a procurar a Provu para suprir uma perda parcial de renda (37,2%); perda total de renda (15,5%); ou compra de itens necessários para o momento, como móveis e utensílios para trabalhar em casa (13,4%). Quando comparado com dados coletados em 2020, 45,4% solicitaram para suprir a perda de renda parcial; 15,9% para perda total de renda; e 13,9% para compra de itens necessários.

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