Ano de aprendizado

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A transformação do mercado de gestão de clientes vem pondo abaixo muitas certezas. Estratégias e tecnologias e processos que eram vistos como regra, agora já passam a ser encarados muitas vezes como ultrapassados. Esse ano isso ficou visível, deixando muitos executivos de cabelo em pé. Porém, ao mesmo tempo, 2017 serviu para o aprendizado. “Foi um ano de transição para entender melhor o que vem pela frente”, comenta Márcio Menezes, diretor da regional São Paulo da Call Contact Center.
Na visão do executivo, o cenário do Brasil, do mundo e a força da tecnologia devem impor profundas mudanças no mercado, muito além daquelas, supostamente, identificadas. Assim, ele destaca que 2017 foi um ano de oportunidades de se reinventar. Inclusive, esse foi o caminho adotado pela Call, segundo Menezes, reforçando que houve ajustes em todos os setores internos. Em entrevista exclusivo, o diretor da Call faz sua avaliação sobre o ano.
Callcenter.inf.br – Que avaliação faz de 2017 para o mercado de contact center?
Menezes: Um ano de oportunidades de se reinventar. Um ano de transição para entender melhor o que vem pela frente. O cenário do Brasil, do mundo e a força da tecnologia devem impor profundas mudanças no mercado, muito além daquelas, supostamente, identificadas.
Quais os principais fatos que marcaram o setor esse ano?
O Brasil é o grande fato! Essa bendita crise existencial que brotou no brasileiro será o agente de mudanças para o futuro de práticas autônomas empreendedoras; por mais que haja sofrimento, a sociedade civil já iniciou esse ciclo.
Como foi 2017 para a Call?
Um ano de ajustes em todos os setores internos. Em relação à 2016, continuamos nos mesmos patamares.
Quais foram os principais acontecimentos da empresa nesse ano?
Receber o troféu ouro no Prêmio Latam 2017, em Bogotá. Ficamos muito felizes e tristes ao mesmo tempo, por sermos o único representante nacional a subir no degrau mais alto.