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Assistente virtual da FastBuilt soluciona chamados no pós-obra

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Adriana Bombassaro, diretora de operações e cofundadora da FastBuilt

Persona da construtech passou por atualização que permite  associar base de conhecimento com as solicitações abertas pelo cliente

A construtech FastBuilt, especializada em soluções de automação para a construção civil, anunciou o lançamento de uma atualização em sua assistente virtual NIA, que promete reduzir um dos grandes problemas das construtoras: o alto volume de assistências técnicas desnecessárias no pós-obra. A assistente, que já apoiava na redução de chamados através de uma série de boas práticas e dicas de conservação, agora irá atuar também no apoio aos chamados para resolução sem a necessidade de assistência técnica in loco.

Propondo-se a ajudar o cliente no autoatendimento e a reduzir chamados desnecessários no pós-obra, a nova funcionalidade permite que a construtora associe sua base de conhecimento aos seus chamados de assistência técnica. No espaço para cadastro das perguntas e respostas, é possível que a construtora torne uma pergunta um pré-requisito de leitura para um sistema construtivo.

Segundo Adriana Bombassaro, diretora de operações e cofundadora da FastBuilt, “acessando ‘NIA, categoria, adicionar pergunta’, o cliente aponta o questionamento, por exemplo, sobre mau cheiro em tanques e pias. A pergunta é associada com a categoria ‘instalações hidráulicas’, que vai aparecer ao morador quando for abrir um chamado. Além disso, a construtora pode adicionar imagens, vídeos e até arquivos em PDF que expliquem o procedimento que o morador deve realizar. Assim, quando o cliente tentar realizar uma solicitação para essa categoria, a informação aparecerá para ele Caso o conteúdo das perguntas não ajude o morador, ele ainda poderá abrir um chamado em seguida”.

Assim, com a assistente virtual associada à base de conhecimento da construtora, muitos dos chamados podem ser resolvidos com uma simples conferência das informações já cadastradas, sem a necessidade de deslocamento de uma equipe especializada até o imóvel. “A própria construtora poderá catalogar e inserir informações comuns à rotina do negócio, visando dar ao cliente a oportunidade de consultar informações sem precisar aguardar o atendimento humano. A NIA irá englobar, por exemplo, dicas de como manter o imóvel, que tipo de materiais são mais indicados para manutenções”, explicou a executiva.

Adriana lembra que, segundo estudo da Frost & Sullivan com a Infobip, 21% das instituições da América Latina já utilizam assistentes virtuais automatizados e chatbots de inteligência artificial, enquanto nos EUA apenas 13% fazem uso dessas ferramentas. “Na construção civil, a automação traz uma série de ganhos, mas geralmente está voltada para o ciclo construtivo. O pós-venda, no entanto, é uma etapa que onera consideravelmente a construtora, já que ela deve, por lei, proporcionar a assistência técnica durante as garantias relacionadas ao imóvel. Dar ao consumidor conhecimento e autonomia para poder resolver pequenas demandas do dia a dia torna a experiência dele muito mais positiva e reduz custos importantes para a empresa”.

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