Eficácia com conforto

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Autor: Claudir Franciatto
A tecnologia – e os diversos gadgets que ela trouxe nesta passagem de séculos – mudou drasticamente as formas de entretenimento e de trabalho para todos. Mas essa constatação não satisfaz ainda os diversos mercados afetados pela nova realidade. Muito há que se pesquisar, estudar e analisar para que se entenda o que atrai o novo consumidor em tudo isso.
Nesse aspecto, a cada passo – e poucos notaram esse exemplo -, o fone de ouvido foi ganhando espaço e destaque antes inimagináveis. Talvez fosse um tipo de acessório bem secundário, vital apenas para operadores de atendimento, os fanáticos por música, jogadores de videogame e alguns outros profissionais. Mas tornou-se um dos bons exemplos de como os mercados têm mudado e em razoável velocidade.  O headset se transformou um dos protagonistas nas novas formas de se trabalhar. E em várias frentes que dele exigem características bem específicas.
Ao mundo das plataformas de relacionamento, em relação à indispensabilidade do headset, juntou-se agora o universo ruidoso e dinâmico dos escritórios abertos. Da mesma forma, a mobilidade que invadiu e conquistou o mundo do trabalho junto com a realidade dos cursos e treinamentos à distância e as videoconferências.
Em meio a tudo isso, qualquer pessoa pode hoje realizar suas tarefas em aviões, trens, escritórios abertos, saguões de aeroportos, etc. De forma isolada através de fones de ouvido com e sem fio, analógicos ou digitais, dotados de designs favoráveis para o conforto, a beleza e a produtividade – em meio a um silêncio muito particular.
HEADSET VENCE O “CAOS”
A Poly, marca que une a Plantronics com a Polycom, por exemplo, chegou a uma conclusão inesperada: a melhor qualidade de áudio do mundo não importa se o fone de ouvido não for confortável.  Depois de testes de laboratório, realizou estudos comparativos entre seus produtos e os de concorrentes em amplos escritórios abertos de organizações cheias de energia e movimentação de funcionários. E não tem mais dúvidas a respeito.
Desde os anos 1960, já sabemos, a missão dos fundadores da Plantronics, era a de criar um fone de ouvido leve e melhor – com materiais premium – que pudesse ser usado em uma variedade de ambientes de missão crítica, desde viagens aéreas a jornadas espaciais.  Até que o futuro chegou e os desafios de missão crítica são encontrados em todas as partes.
Os produtos têm de se moldar à vida real dos novos tempos. As pessoas passam agora muitas horas utilizando o fone de ouvido. Cancelamento de ruído, leveza, design favorável, posição de microfone, tudo enfim pode fazer a diferença para o usuário em termos de uma única preocupação que é o conforto. E é esse diferencial que tem vencido a concorrência.
Portanto, o mercado de comunicação unificada, serviços de colaboração, áudio e vídeo tem no headset também tendências novas de produção e competitividade. Eficácia no ouvir e falar sim. Mas com tanto conforto que consiga a proeza de fazer com que a pessoa até se esqueça de que está usando um fone de ouvido em sua atividade de longa duração.
Claudir Franciatto é jornalista. Especial para ClienteSA.