Finnet aposta no híbrido de boleto com Pix

Empresa desenvolve novo modelo de pagamento e já o disponibiliza aos clientes do segmento B2B

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Ori Brandão, diretor Comercial & Marketing da Finnet
Ori Brandão, diretor Comercial & Marketing da Finnet

Para trazer modernidade aliada à segurança na transformação do método tradicional de boletos, foi criada uma forma de inclusão do PIX dentro dos mesmos: o chamado “boleto híbrido”. Esse é o modelo que empresas estão começando a adotar, para trazer flexibilidade e novas opções para seus clientes, seja no B2B ou no B2C. Por isso, a  Finnet, empresa de tecnologia financeira, desenvolveu esse novo método de pagamento e anunciou que já o oferece aos clientes do segmento B2B com todos os benefícios que carrega.

“Disponibilizado ao público há pouco mais de seis meses, o Pix é hoje um dos principais meios de transferência de valores utilizado no Brasil. Sua característica principal é a velocidade para conclusão da transição, colocando em segundo plano opções tradicionais que demandam mais tempo para a compensação. E neste meio está o boleto, popular entre consumidores e empresas. Mas o Pix tem como grande vantagem a agilidade de trazer o dinheiro para o fluxo de caixa da empresa, diferente do boleto, que pode levar até três dias para ser compensado. Isso acelera não só o processo financeiro, mas todas as demais áreas envolvidas, como por exemplo uma entrega de mercadoria que só é realizada após a efetivação do pagamento”, analisa Ori Brandão, diretor Comercial & Marketing da Finnet.

Como se adaptar à nova realidade
De acordo com o executivo, para as empresas, o uso do boleto carrega também uma questão cultural e muitas vezes causa dúvidas de como adotar esse modelo dentro de um processo que já funciona há muitos anos dentro das empresas. “Neste processo de transição, o boleto híbrido apoia justamente este mapeamento do perfil da base de clientes, fazendo com que as empresas definam estrategicamente os investimentos necessários para cada perfil e meio de pagamento utilizado, e dando a liberdade de escolha ao pagador sobre o melhor meio para realizar o pagamento”.

A Finnet possui uma base de mais de 50 mil CNPJs utilizando soluções de cobrança, dentre elas Wickbold, Casas da Água, Eternit, Adubos Araguaia, Natural One, Boston Scientific do Brasil, Myralis Farmacêutica, Elgin, Bimbo do Brasil, entre outras, contando com mais de 500 mil pagadores ativos em sua base. “O time da solução teve um aumento de 30% com foco em inovação em tecnologia e novas funcionalidades”, destaca Fabiane Ceccato, head de meios de pagamento da financeira.

Segundo ela, a empresa disponibiliza aos clientes e parceiros a plataforma “Portal de Boletos”, que está pronta para apoiar neste processo de transição e eliminar altos investimentos nos ERPs das organizações para as adequações necessárias, além de realizar automaticamente a conciliação das informações de maneira a facilitar o processo do dia a dia, independentemente do meio de pagamento utilizado. “A plataforma é uma solução multibanco – com mais de 30 instituições financeiras homologadas, onde empresas com volumes significativos de boletos podem disponibilizar suas cobranças para acesso do pagador por diferentes canais de acesso. Além disso, tiramos um alto custo operacional da área de contas a receber através da cobrança inteligente”, afirma Fabiane.

Pagamento de boletos na opção crédito
Já na avaliação de Ori, outra demanda do mercado B2C que já vem impactando e sendo muito utilizado pelo mercado B2B é a opção de parcelamento de boletos. Essa funcionalidade ganha destaque por proporcionar fôlego ao pagador, diminuindo índices de inadimplência, sem prejudicar as empresas. “Para o nosso cliente B2B, o fluxo é totalmente transparente, não havendo impacto em sua operação. E para o seu pagador, há uma oferta de flexibilidade na forma de pagamento, o que faz com que haja redução de inadimplência também com essa feature. Além disso, em nosso portfólio, temos uma solução dedicada à geração de link de pagamento, em que o cliente pode escolher a melhor forma de envio dessa cobrança aos seus clientes, seja por e-mail, whatsapp ou redes sociais”.