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Identidade digital garantindo fluidez na experiência

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Igor Ripoll, VP de sales e customer success da unico

VP da unico demonstra como a IDTech inovou na segurança de dados dentro da relação entre empresas e clientes

Hoje, um país também pode ser considerado desenvolvido pelo seu estágio avançado de negócios e relacionamentos digitalizados, com a capacidade de que as experiências entre empresas e clientes aconteçam de modo seguro e fluido, em termos de dados e identidades, para ambos os lados do balcão. Foi visualizando esse cenário que, já em 2015, a único, então com oito anos de existência, começou a se transformar em uma IDTech, fornecendo soluções de infraestrutura para identificação digital protegida. Garantindo fluidez na jornada, ao mesmo tempo em que assegura a identidade pela unicidade de cada indivíduo por meio dos sistemas biométricos, a startup se tornou, no ano passado, mais um dos unicórnios brasileiros. Traçando o quadro dessa trajetória de empreendedorismo tecnológico bem-sucedido, Igor Ripoll, VP de sales e customer success da unico, participou, hoje (17), da 444ª edição da Série Lives – Entrevista ClienteSA.

Começando por uma análise da aceleração da transformação que se operou em todos os mercados nos últimos dois anos, Igor entende que isso ocorreu não apenas no uso da tecnologia para novas soluções, mas também na potencialização de aperfeiçoamentos no que já era realizado antes. Quadro que favoreceu, na sua concepção, para alavancar as atividades da unico, com soluções para tornar esse mundo em mutação, de forma remota, mais seguro e confiável. Essa oportunidade veio justamente pelas demandas do teletrabalho e da digitalização no relacionamento com os clientes, movimento potencializado drasticamente pela pandemia, encontrando a unico já como startup bem-sucedida como fornecedora de SaaS (software as a service), a partir de sua fundação em 2007 e, depois, ajudando grandes empresas na digitalização pragmática de documentos e registros.

“Porém, nove anos depois, a organização iniciou seu turn around tanto de concepção de business quanto de produtos e de futuro, em uma visão que batizamos, de forma bem-humorada aqui, como `visão da calça sem bolso`, uma analogia com o que pode representar a identidade digital para facilitar nosso dia a dia. Como fornecedores de infraestrutura para essa proteção de informações, a partir de 2019, conseguimos chegar a uma base que visa garantir que a pessoa identificada seja de fato quem ela diz ser.”

Segundo garantiu o executivo, trata-se de uma infraestrutura que leva à facilidade de acesso e simplificação de processos, proporcionando fluência e rapidez na conquista de um financiamento bancário, liberação de uma compra no comércio, etc., por meio dos meios digitais de relacionamento. O que também, segundo ele, abre um leque de possibilidades para atuação de outras indústrias e serviços graças às transformações proporcionadas pela identidade digital.

Detalhando, a seguir, o portfólio de produtos oferecidos pela IDTech no mercado B2B, o VP mencionou o “unico|check”, solução que valida a identidade digitalmente seja na experiência presencial do cliente ou na remota. Ou seja, ao invés do processo tradicional em uma loja, por exemplo, o uso de biometria permite que o cadastro do consumidor fique pronto para análise. Enquanto no on-line, com a infraestrutura da unico, essa garantia que elimina os riscos da operação ocorre de forma praticamente automática e segura. Esse caminho abriu outras vertentes para a startup, sendo a primeira delas a desburocratização no processo de admissão de profissionais nas empresas, o que se tornou ainda mais providencial em função das contratações de forma remota adotadas em função da pandemia. Na evolução dessa carteira de soluções, surgiu a ideia de validação de assinaturas eletrônicas simples por recurso de biometria, na relação B2C.

Igor foi ainda instado a detalhat um pouco mais a inspiradora história de empreendedorismo do fundador da unico, Diego Martins, em sua bem-sucedida trajetória de criar uma big tech brasileira com inovação proprietária. O VP contou que, na gênese desse movimento, estava a detecção de uma dor no varejo e demais segmentos: como digitalizar de modo prático e rápido os documentos. Até, que, a partir de 2015, em um platô meio intransponível para continuar crescendo, surgiu a ideia de enveredar por esse caminho da identidade segura. O empreendedor encetou uma série de viagens pelo mundo, visitando Vale do Silício, China, mas sendo na Estônia onde vislumbrou o modelo. “Surpreendentemente, trata-se de um país muito desenvolvido e extremamente digitalizado. No qual todas as relações com governo ou empresas acontecem com fluidez e segurança graças a uma avançada infraestrutura de identidade digital.”

Sob essa inspiração, a empresa passou pelo rebranding, caracterizando-se então como fornecedora de infraestrutura que acelera a segurança da identidade pela face dos indivíduos, já que, cada uma é, efetivamente, única. “E a validação biométrica é hoje um meio de garantir a unicidade de cada um de nós.” Foi preciso muito investimento, segundo o VP, para conquista de confiança e ganho de maturidade do produto, até que em 2019, a startup já era reconhecida no mercado como uma IDTech, surgindo, a partir de 2020, com a transformação digital acelerada pela crise sanitária global, uma avalanche de oportunidades, momento em que Igor foi contratado para assumir a vice-presidência de vendas e CS. “Como nossos serviços são considerados críticos pelos clientes, foi criada essa estrutura de muita aproximação com os mesmos.”

Ao longo do bate-papo, ele pôde explicar ainda como, além de favorecer a fluidez dos negócios e relacionamento, essas soluções auxiliam os consumidores na proteção de dados, inclusive com um app disponível para administração pessoal desses movimentos. E falou do crescimento orgânico e por aquisições, em uma IDTech geradora de um ecossistema de identidade digital que alcança centenas de organizações no país.

O vídeo com o bate-papo na íntegra está disponível em nosso canal no Youtube, o ClienteSA Play, junto com as outras 443 lives realizadas desde março de 2020. Aproveite para também para se inscrever. A Série Lives – Entrevista ClienteSA encerra a semana amanhã (18), com o Sextou, que abordará o tema “Semana do Consumidor: Como acompanhar, com qualidade, as mudanças de comportamento?”, no debate envolvendo Felipe Masson, gerente geral de CX da Azul Linhas Aéreas, Fernando Brossi, vice-presidente de operações da C&A Brasil e Leandro Coelho, diretor de experiência e satisfação do cliente da Vivo. Para a próxima semana, a agenda já traz, na segunda-feira (21), Liliane Siqueira, head de CX da Desktop; na terça, Alex Bretzner, Founder & CMO Daki; na quarta, Newton Marques Junior, superintendente de customer journey do Inter; e, na quinta, Tadeu Arvelos, diretor de relação com clientes da Leroy Merlin.

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