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Otimismo com e-commerce esbarra na adaptação à cultura digital

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Nicolas Marchewsky, diretor comercial e co-founder da Híbrido

Empresas que comercializam e produzem seus materiais estão mais abertas ao desenvolvimento de canais para relacionamento direto com o consumidor final

Impulsionada pelos desafios dos últimos dois anos, a indústria brasileira vem se reinventando e a digitalização é uma das realidades para o segmento. E esse processo não está restrito à produção, mas também ao posicionamento de mercado – prova disso é o crescimento das lojas virtuais no modelo D2C, quando a indústria vende diretamente para o consumidor final. Essa realidade é apontada pela pesquisa Desafio da Indústria no E-commerce, realizada pela Híbrido, consultoria em soluções para o segmento, em parceria com o E-commerce Brasil. O levantamento, que ouviu companhias em diversos segmentos no país, destaca que as vendas virtuais estão crescendo, mas ainda podem se desenvolver na área industrial. Atualmente, 26,9% das indústrias ouvidas já possuem e-commerces há pelo menos quatro anos, enquanto 44,2% ainda não contam com este canal.

Para impulsionar a entrada neste canal de vendas, a terceirização tem sido uma aposta certeira das empresas: 75,9% delas optam por desenvolver e manter a tecnologia relacionada ao e-commerce com especialistas parceiros. Além disso, os investimentos em estratégia e performance dessas plataformas são terceirizados em 31% dos negócios.

“Buscar parcerias estratégicas tem sido muito assertivo para dar à indústria a velocidade necessária neste processo de ampliação dos canais de vendas, com a entrada no e-commerce. Trata-se de uma tendência muito clara, visto que torna os investimentos mais assertivos, sem a necessidade de formação e maturação de equipe interna e especializada”, avalia Nicolas Marchewsky, diretor comercial e co-founder da Híbrido.

A barreira da adaptação cultural
Enquanto terceirizar as questões técnicas do e-commerce tem sido a saída para muitos negócios impulsionarem seus resultados, adaptar a cultura da empresa para o digital é o maior desafio neste processo para 37,9%. Já o gerenciamento de conflitos com outros canais aparece em segundo lugar, apontado por 34,5% das empresas.

O investimento é apenas o terceiro tópico, com 34% dos votos, o que mostra a abertura para o direcionamento de verba neste sentido. Na análise do diretor da Híbrido, “investir em loja on-line própria foi uma das principais saídas na pandemia, quando a indústria precisou se reinventar para manter seu fluxo de vendas o que facilitou a abertura de investimentos. A cultura ainda deve ser um processo que se consolidará no médio prazo, mas que tem sido adaptada à medida que parcerias estratégicas mostram os resultados e fortalecem essa transformação digital”.

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