WTC Hotel intensifica vocação de turismo de negócios

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Patrimônio do mundo corporativo, a marca Word Trade Center / WTC agora referencia um novo conceito em gestão de hotelaria. É por isso que competências como agilidade nos negócios, agressividade nas vendas, arte de receber levada ao extremo (hóspede tratado pelo nome, como convém ao anfitrião moderno) e muito marketing de relacionamento pontificam na tábua de mandamentos de Manuel Hierro. O homem de turismo que já cruzou o planeta aprendendo, em 30 anos de boas práticas, agora comanda a operação do pioneiro hotel da Marginal/Berrini (ex-Gran Meliá), junto das torres, do WTC Business, do Centro de Convenções e do Shopping temático em decoração, D&D.

A meta de Hierro é intensificar a vocação de turismo de negócios para o WTC Hotel. “Em São Paulo acontece um evento a cada seis minutos, por isso vou convergir esse movimento para cá, criando uma demanda cativa, em sinergia com as empresas das torres, as corporações do nosso entorno, as lojas e clientes do D&D”, e o clube de negócios, o WTC Club, complementa.

Novidades não faltam para brindar essa guinada de posicionamento. O próprio Gilberto Bomeny, proprietário do complexo, investe R$ 50 milhões para atualizar o empreedimento. “Parte desses recursos é empregada na revitalização dos andares e na construção do WTC Golden Hall, um grande espaço de eventos onde até 3.800 pessoas poderão se reunir para ações empresariais e banquetes”, enfatiza Hierro. Será um dos maiores centros de convenções da América Latina que, somado às 30 salas de reuniões, com capacidade para 6 mil pessoas, resultam em 12 mil metros quadrados de área disponível para encontros corporativos.

A repaginação do WTC Hotel atinge ainda a área de alimentação. “Os dois restaurantes, Goya e Sumirê, vão se unir, criando uma gastronomia fusion. Mas os outros 20 restaurantes do complexo -na área de gastronomia do D&D- se integram ao hotel. O hóspede escolhe o restaurante e a comanda é debitada da conta”, conclui Hierro. De acordo com o gerente-geral, a meta até o final do ano é fechar o foco no atendimento e planejar a engenharia de operação, para que as decisões sejam rápidas, as vendas cresçam e o hotel fervilhe. “Estamos no epicentro dos decisores de negócios, cercados de ofertas por todos os lados. Temos que atender o mundo corporativo no mesmo timing da agenda dos altos executivos. A jato”, finaliza.