CEO da Iugu detalha a evolução da fintech como ecossistema gerador de inteligência de negócio
Enquanto empresas investem pesadamente em aplicativos e marketplaces, a infraestrutura financeira segue invisível, mas absolutamente crítica. Atenta à isso, a Iugu passou de mero back office que garante transações para uma atuação como estrategista de negócio, capaz de influenciar a jornada de compra, reduzir fricções e transformar pagamentos em diferencial competitivo. A empresa, nascida de uma frustração concreta, hoje processa mais de um bilhão de transações, com soluções que vão de pagamentos a bancos digitais, como detalhou Pedro Alvarenga, CFO da Iugu, hoje (22), na 1436ª edição da Série Entrevista ClienteSA.
Pedro iniciou contando que a Iugu nasceu, em 2012, de uma frustração concreta: o fundador, empreendedor serial, gastava meses conciliando contas, enviando cobranças e processando pagamentos manualmente. Da dor pessoal surgiu uma plataforma que, hoje, processa mais de um bilhão de transações e entrega infraestrutura para pagamentos, crédito, prevenção a fraude e até bancos digitais. Para ele, a virada está na forma de enxergar o negócio. “Criamos uma jornada de compra bem feita para o cliente, reposicionando o papel das fintechs de mero executor para estrategista de negócio.” Ou seja, o pagamento deixa de ser etapa final e passa a integrar a experiência de compra e a estratégia da empresa.
Nessa evolução houve um salto conceitual: deixar de ser invisível para se tornar diferencial competitivo. A inteligência artificial, por exemplo, não serve apenas para barrar fraudes, mas também para personalizar a oferta. O desafio, porém, é cultural: ao abrir dados via Open Finance, a empresa oferece transparência e reduz margens de intermediários. “Quem não está preparado vai ter resistência”, admite Pedro, “mas o mercado caminha nessa direção”. O executivo contou ainda que a Iugu separa customer success de customer experience. O primeiro entende cada vertical e projeta a operação; o segundo resolve as dúvidas do dia a dia dos clientes, “pois empresas pequenas e gigantes exigem abordagens distintas”.
Para saber mais, confira o bate-papo, na íntegra, disponível no ClienteSA Play, nosso canal no YouTube, junto com as outras 1435 lives realizadas desde março de 2020, em um acervo que já passa de 4,3 mil vídeos sobre cultura cliente. Aproveite para também se inscrever. A Série Entrevista ClienteSA encerra a semana amanhã (23), com o Sextou, que debaterá o tema “Inovação: O que está por trás da resistência diante das transformações?”, reunindo José Nery, consultor em arquitetura de dados e IA para orquestração, e Rodrigo Tavares, head de experiência do cliente na Eteg.




















