O canal para quem respira cliente.

Físico e ou real. Que experiência aff

Eu quis passar pela experiência de comprar o jogo de pneus
para meu carro. Eram quatro e procurava o melhor ROI – pensando em qualidade e
preço. Comecei a pesquisar no google. Logo as ofertas começaram a me perseguir
em tudo que eu navegava – até nos vídeos da TVip Callcenter. Ok, sem estresse.

Fiz contatos e até baixei  uns apps, que me prometiam ofertas. Bem,
comprei. Mas, não foi de nenhuma das ofertas que passaram a me perseguir. De uma
baixei o app, mas o prazo não me satisfazia. De outras, cheguei a ligar para
entender e ver prazos e disponibilidades. De uma não tive retorno nem de
ligação; de outra, nem de chat e de uma terceira, nem de e-mail. Um operador
que me atendeu, estava tão brifado que nem conseguia respirar. E queria me
forçar à compra. Bem. Resumindo. O melhor ROI foi de um varejista, que entregou
os pneus montados, com balanceamento e de uma boa marca.

 

Alguns exemplos de experiência como cliente foram horríveis,
ou frustrantes, pelas marcas envolvidas. Algumas interações me pareciam uma
grande confusão estratégica entre os canais de relacionamento com cliente, onde
um não sabia o que o outro estava falando. Me lembrei bem do início da
atividade de telemarketing lá por 1992. A diferença parece que foi a troca do
post-it grudado nos monitores pela memória eletrônica. Ainda uma bela torre de
babel.

 

E duas semanas depois, a publicidade continua me
perseguindo!!! Em momentos de tudo virtualizado e controlado, não sei por que
continuam investindo em um cliente que deixou de ser potencial – e me estressando
com grandes frases de efeito. Falta muito, hein!

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