Buscapé teve aumento de pedidos em 19%

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O Buscapé Company promoveu, na última quarta-feira (16), a terceira edição do Dia do Consumidor Brasil. Este ano, o evento, criado para estimular as vendas do e-commerce brasileiro por meio de grandes descontos, registrou um número de pedidos 19% maior se comparado à edição anterior. Chegando a 562 mil nas 24 horas. Os dados são da E-bit/Buscapé, que revela ainda que 52.174 pessoas realizaram sua primeira compra online, incentivadas pela ação.
As ofertas, no entanto, começaram a se intensificar na noite do dia anterior à ação, no dia 15, e foram até às 23h59 de quarta, atraindo quem buscava por preços menores. As vendas dentro desse período chegaram a R$ 271 milhões com 685.780 mil pedidos. Se considerar somente a quarta-feira, o faturamento foi, nominalmente, 12% maior em relação a 2015, chegando a R$ 224 milhões. No total, 277.877 pessoas aproveitaram as ofertas, cujos descontos chegaram até 60%. Cada consumidor realizou em média duas compras, sendo que o tíquete médio ficou em R$ 398.
“Os números desse Dia do Consumidor Brasil são significativos, pois apontam um crescimento do e-commerce que contraria o atual cenário de retração do mercado. Os 12% de faturamento a mais que 2015 e as milhares de pessoas que fizeram sua primeira compra online representam o consumidor mais atento e disposto a aproveitar oportunidades de maneira mais eficiente”, comenta André Ricardo Dias, diretor executivo da E-bit/Buscapé. 
Iniciativa do Buscapé Company, o Dia do Consumidor Brasil contou com o apoio da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP), da Associação Comercial de São Paulo (ACSP), E-Commerce Brasil e da Digitalks. 
As categorias mais vendidas foram, em ordem: Livros/Assinaturas e Revistas (14%); Eletrodomésticos (12%); Cosméticos e Perfumaria/Saúde (11%); Casa e Decoração (10%); Moda e Acessórios (9%); Telefonia/Celulares (9%); Informática (8%); Eletrônicos (5%); Esporte e Lazer (4%); Alimentos e Bebidas (3%). 
Já as que mais faturaram foram: Telefonia/Celulares (25%); Eletrodomésticos (21%); Informática (12%); Eletrônicos (9%); Casa e Decoração (8%); Cosméticos e Perfumaria/Saúde (5%); Moda e Acessórios (4%); Livros/Assinatura e Revistas (4%); Brinquedos/Games (3%); Acessórios Automotivos (2%).