Mastersaf aposta na evolução fiscal e tributária

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A Mastersaf, empresa de soluções de gestão fiscal e tributária, inicia no dia 20 um road show, em São Paulo, Rio, Belo Horizonte e Porto Alegre, para apresentar o Mastersaf NF-e, um módulo para geração, crítica, transmissão e gerenciamento da Nota Fiscal eletrônica. Ainda em fase piloto, com 34 companhias, a Receita prevê que, até 2007, cerca de 10 mil empresas substituirão os atuais talonários pela nova versão eletrônica do documento.

“A mudança está inserida em uma estratégia mais ampla, para aumentar a agilidade e a transparência das informações enviadas ao fisco. A emissão do documento é um componente relativamente simples. O nosso foco é garantir que a Nota esteja absolutamente correta, com cálculos precisos e plena conformidade à legislação”, enfatiza Marco Bueno, diretor de marketing e alianças da Mastersaf.

Em termos conceituais, Bueno constata que a NF-e não é um processo muito diferente do envio da Declaração de IR pela ReceitaNet. Mas, na prática, os volumes chegam a milhares de documentos por dia, que serão enviados à Receita antes mesmo da expedição da mercadoria. “O que muda realmente é a exposição fiscal que as empresas passam a sofrer com a emissão da Nota praticamente em tempo real. Hoje, se alguém emite uma nota com erro na conta ou em desacordo com a legislação, a empresa tem um prazo para corrigir e apurar o imposto correto. O tempo de apuração do imposto continua o mesmo, mas se errar na emissão da nota a informação já foi para a Receita e não há como retificar. Por isso, torna-se mais crítico ter um sistema que assegure conformidade às regras tributárias”, explica.

O diretor de alianças informa ainda que a Mastersaf vem desenvolvendo parcerias com provedores especializados em Certificação Digital, infra-estrutura de TI e outros componentes importantes para os clientes realizarem a transição. Ele lembra que o desdobramento do projeto, em 2007 e 2008, será o Sped (Sistema Público de Escrituração Digital), que eliminará a contabilidade em papel.

Bueno avalia que a informatização crescente dos processos fiscais impõe que as companhias aprimorem os processos de gestão tributária. Ele acrescenta que a evolução também cria um ambiente competitivo mais leal. “Com um maior controle, alguns empresários precisam pensar. Ou a operação é sustentável dentro da Lei, ou é melhor sair do mercado”, afirma.