Flávia Drummond, diretora de marketing da Dasa

Dasa leva Galinha Pintadinha para unidades de vacinação

Trata-se de uma linha de personagens licenciados da franquia, em uma parceria inédita com uma empresa de saúde. A cada dose de imunizante aplicada, a criança recebe um personagem da Galinha Pintadinha

A Dasa, especializada em medicina diagnóstica, e a Galinha Pintadinha acabam de anunciar uma parceria para enfrentar um problema específico da vacinação infantil brasileira: a criança que começa o esquema de imunização e não volta para completá-lo. A campanha vai de outubro a dezembro de 2026. Da primeira à terceira dose elegível das vacinas, a criança recebe um personagem diferente entre Galinha Pintadinha, Pintinho Amarelinho e Bebê Gavião. As vacinas elegíveis, as praças, as marcas participantes, como Delboni (SP), Sérgio Franco (RJ), Exame (DF), São Marcos (MG) e Santa Luzia (PR), assim como os critérios de participação e disponibilidade dos produtos, estão no regulamento da campanha.

“Essa parceria nasce de uma afinidade que vai além do reconhecimento da personagem. A Galinha Pintadinha já faz parte do cotidiano de muitas famílias e tem uma linguagem que cria identificação e proximidade. A Dasa traz conhecimento e experiência em saúde. Juntas, buscamos contribuir para uma conversa importante com pais e responsáveis sobre a vacinação, com uma campanha que valoriza a informação e a prevenção e que conta também com um filme desenvolvido para sensibilizar as famílias sobre a importância de manter a vacinação em dia”, afirmou Flávia Drummond, diretora de marketing da Dasa.

A escolha da personagem tem precedente em saúde pública. A Galinha Pintadinha soma 39 milhões de inscritos no YouTube, passou mais de 100 semanas seguidas no top 10 da Netflix e já emprestou sua linguagem às campanhas de vacinação do Ministério da Saúde e do Governo do Estado de São Paulo, além de iniciativas ao lado do Zé Gotinha. Em 1º de outubro, a franquia estreou seu primeiro filme nos cinemas, poucos dias antes do Dia das Crianças.

“Nenhuma vacina protege pela metade. A criança que toma a primeira dose e não volta para as seguintes fica com proteção incompleta, e esse retorno depende muito de como a família viveu a primeira visita. Quando a criança sai da sala de vacinação com uma experiência boa, a conversa em casa sobre voltar fica mais fácil”, destacou a infectologista Maria Isabel de Moraes-Pinto, coordenadora em vacinas da Dasa.

Em algumas praças, a campanha também poderá contemplar o atendimento domiciliar, com a aplicação da vacina na residência, realizada por um profissional da Dasa, conforme a disponibilidade do serviço e os critérios estabelecidos no regulamento.

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