Baixos custos e altos índices de retorno impulsionam e-mail marketing

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Enquanto a publicidade on-line, através dos banners, busca consolidar-se como nova mídia entre as agências publicitárias e anunciantes, o e-mail marketing avança a passos largos. É o que indica estudos sobre o uso do correio eletrônico nos Estados Unidos, como ferramenta eficaz para transformar audiência em consumidores. Em um momento em que as verbas para publicidade vêm sofrendo cortes, o e-mail surge como uma alternativa com baixos custos e altos índices de retorno.

A pesquisa realizada pela DoubleClick indicou que o orçamento para e-mail marketing irá registrar um crescimento de 17% nos Estados Unidos este ano, enquanto as mídias tradicionais, como jornais, revistas, TVs e rádios, deverão presenciar uma queda nas verbas. O mesmo levantamento também indicou que 61% dos entrevistados planejam incrementar suas verbas para e-mail marketing este ano, enquanto apenas 5% disseram que irão reduzi-la.

Outro estudo feito pela e-Dialog, confirma o cenário previsto pela DoubleClick, com 55% dos respondentes confirmando que irão ampliar seus recursos destinados a e-mail marketing este ano. O levantamento também indicou que o e-mail marketing e a mala direta estão entre as mídias que receberão as maiores fatias dos orçamentos de publicidade, com 24,3% e 25,2%, respectivamente.

No Brasil, o cenário também é favorável ao crescimento do e-mail marketing. Uma pesquisa da Nielsen NetRatings apontou o e-mail como o serviço mais utilizado pelos internautas brasileiros, com 75% dos entrevistados afirmando que enviar e receber mensagens é uma prioridade ao ligar o computador. O levantamento confirmou que o Brasil já é o 12º país onde o e-mail é mais utilizado.

A Jupiter Communications realizou uma comparação entre a eficácia do e-mail, do banner e da mala direta. A conclusão foi a de que o e-mail é 14 vezes mais eficiente que o banner e duas vezes mais que a mala direta. A mesma Jupiter Communications informa que as receitas com e-mail marketing irão atingir a cifra de US$ 7,3 bilhões em 2005.