Selo orienta consumidor na aquisição de produtos e serviços

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Na busca pela diferenciação no mercado, as escolas independentes de idiomas que formam a ILSA, Independent Language Schools Association ou Associação de Escolas Independentes de Idiomas passaram a adotar o selo de qualidade. A certificação das escolas é voluntária, feita de forma espontânea pelas empresas, mas de qualquer maneira, estas devem aderir às normas do Código de Ética da ILSA, uma espécie de auto-regulamentação das escolas independentes de idiomas e às normas internacionais exigidas pela Pitman Qualifications, entidade britânica existente há mais de 100 anos e parceira da ILSA.

A Associação pretende expandir suas atividades para todo o Brasil, a partir de 2003, começando pelas regiões Sul e Sudeste. A idéia é viabilizar a permanência das escolas no mercado através da economia de escala e de seus diferenciais que são a variedade de cursos, ambientes, preços e atendimento personalizado. Não haverá apenas um tipo de curso ou arquitetura padronizada, nem uniformização metodológica. Qualidade na formatação, treinamento e acompanhamento dos cursos oferecidos, bem como critérios rígidos na contratação e investimento no aprimoramento dos professores são itens prioritários para a ILSA. Para associar-se, por exemplo, ao menos um dos proprietários das escolas têm de ser professor de idioma qualificado. Além disso, para tornar-se associada, a sede da escola tem de estar há no mínimo cinco anos no mercado, possuir pelo menos cinco salas de aula e 100 alunos.

“Vejo o associativismo, no caso das escolas independentes de idiomas, como um dos poucos meios de sobrevivermos em nosso segmento, com economia de escala e sem abrirmos mão de nossa independência metodológica e de nossos ideais éticos e qualitativos como educadores. É também nossa oportunidade de interferir nos rumos do ensino de idiomas no Brasil”, declara Áurea Weber, presidente da ILSA.