Escolhas alinhadas às necessidades

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Por diversas questões, muitas pessoas desenvolvem uma relação de curto prazo com o dinheiro, esses hábitos podem levar as pessoas ao superendividamento, a não poupar para emergências ou a não se planejar para a aposentadoria. Por isso a educação financeira se tornou algo tão importante e presente nas empresas de concessão de crédito. Atrelada à visão corporativa, a educação financeira ganhou ainda mais relevância no dia a dia do Itaú Unibanco, por exemplo, que criou iniciativas para os diferentes públicos da organização: colaboradores, clientes, acionistas e sociedade.
Os benefícios dessa orientação estão ligados entre si, segundo Denise Hills, superintendente de sustentabilidade do Itaú Unibanco. “Pessoas que fazem escolhas conscientes tendem a adquirir produtos e serviços adequados aos seus objetivos e momentos de vida. E, por esse motivo, têm um índice de satisfação maior, uma inadimplência menor e um relacionamento de longo prazo com o banco”, afirma. Ela explica que a empresa busca cada vez mais indicar para os clientes o caminho para que façam escolhas financeiras cada vez mais alinhadas às suas necessidades.
Há nove anos, o banco iniciou a discussão sobre o Uso consciente do crédito. De lá para cá, já se somam mais de 40 projetos para auxiliar clientes e colaboradores no controle das finanças e para a educação financeira. Uma das ações mais bem sucedidas é a edição dos guias do uso consciente do dinheiro. Os materiais abordam o tema de forma didática em diferentes situações como a escolha do crédito mais adequado, como sair do vermelho, como usar bem o dinheiro, entre outros. Além das cartilhas, em 2012, o Itaú lançou o livro infantil ‘A Árvore dos Sonhos’, instrumento lúdico que poderá ser utilizado por pais e educadores para introduzir a conversa sobre educação financeira para as crianças.
RESULTADOS
Uma avaliação feita com colaboradores sobre o impacto do programa de educação financeira, que foi implantado ao longo dos últimos anos, mostrou que houve um aumento de 37% na adesão à previdência privada e um crescimento de 56% no número de pessoas que tem poupança. Além disso, o número de colaboradores que tinham algum outro investimento dobrou. “Um importante aprendizado desse processo é que, de fato, investir em educação financeira de forma consistente traz resultados positivos”, afirma a superintendente.

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