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De olho no futuro



O VI Encontro com Presidentes teve início com a jornalista Fátima Turci que mediou o primeiro painel, onde foram abordadas as tendências de mercado e o cenário econômico brasileiro para os próximos anos. Celso Martone, economista e professor titular do Departamento de Economia da FEA/USP, apresentou perspectivas econômicas, construindo um panorama do atual cenário de crescimento do país e as cargas tributárias existentes. Trazendo assim, um ponto de partida para o debate.


A questão fiscal que dificulta o crescimento das empresas foi comentada por Paulo Neto Leite, presidente da Dedic. “A carga fiscal é um entrave o crescimento. Para as empresas, convencer acionistas a investirem é um grande desafio”.


Já para Miguel Ignatios, presidente da ADVB-SP, é necessária uma atuação mais profunda na cobrança pelo desenvolvimento sustentável do país. “A iniciativa de pressionar pela reforma tributária deve partir do empresariado”, afirma.


Além disso, as empresas devem apostar na competitividade. “No dia-a-dia, as empresas devem investir no preparo dos funcionários para ter mais competitividade, gerando crescimento”, declara João Leme, presidente do Geoc e ML Gomes.


O presidente da Abemd, Efraim Kapulski, alertou sobre a atenção ao cliente. “Quem está no poder hoje, são o clientes. Independente da economia, temos que nos adaptar às suas necessidades”.


Finalizando o painel, Gilberto Fischel, presidente da IOB, também frizou a importância da mobilização do setor corporativo quanto à redução da carga tributária e suas burocracias. “Além de ter que pagar, o outro problema é a complexidade do processo de tributos”.


 

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O VI Encontro com Presidentes teve início com a jornalista Fátima Turci que mediou o primeiro painel, onde foram abordadas as tendências de mercado e o cenário econômico brasileiro para os próximos anos. Celso Martone, economista e professor titular do Departamento de Economia da FEA/USP, apresentou perspectivas econômicas, construindo um panorama do atual cenário de crescimento do país e as cargas tributárias existentes. Trazendo assim, um ponto de partida para o debate.


A questão fiscal que dificulta o crescimento das empresas foi comentada por Paulo Neto Leite, presidente da Dedic. “A carga fiscal é um entrave o crescimento. Para as empresas, convencer acionistas a investirem é um grande desafio”.


Já para Miguel Ignatios, presidente da ADVB-SP, é necessária uma atuação mais profunda na cobrança pelo desenvolvimento sustentável do país. “A iniciativa de pressionar pela reforma tributária deve partir do empresariado”, afirma.


Além disso, as empresas devem apostar na competitividade. “No dia-a-dia, as empresas devem investir no preparo dos funcionários para ter mais competitividade, gerando crescimento”, declara João Leme, presidente do Geoc e ML Gomes.


O presidente da Abemd, Efraim Kapulski, alertou sobre a atenção ao cliente. “Quem está no poder hoje, são o clientes. Independente da economia, temos que nos adaptar às suas necessidades”.

Finalizando o painel, Gilberto Fischel, presidente da IOB, também frizou a importância da mobilização do setor corporativo quanto à redução da carga tributária e suas burocracias. “Além de ter que pagar, o outro problema é a complexidade do processo de tributos”.


 

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A IBM divulgou os resultados de uma pesquisa global realizada com aproximadamente 1400 empresas de pequeno e médio portes – 130 delas no Brasil – que identifica, na visão dos entrevistados, os gastos com energia como os que mais cresceram nos últimos dois anos, ficando à frente dos valores destinados a saúde, folha de pagamento, aluguel e equipamentos. Os números da pesquisa, que entrevistou empresas de 50 a 500 funcionários em oito países, indicam que o Brasil está à frente dos outros entrevistados na questão de avaliação do impacto ambiental em seus negócios.


Um dado interessante é que 75% das pequenas e médias empresas brasileiras demonstram preocupação com o meio ambiente e 58% delas implementaram uma política ambiental. Nos resultados globais, 58% têm preocupação com as questões relativas ao meio ambiente e 44% possuem uma política ambiental. Outra constatação significativa aponta que 89% das empresas entrevistadas no Brasil afirmam que a preocupação com o meio ambiente influencia fortemente nas ações para reduzir o uso de energia. Nas empresas dos Estados Unidos, esses números chegam apenas a 38%.


Novos tempos – Ainda de acordo com a pesquisa, a maioria das pequenas empresas em todo o mundo já começou a realizar algumas mudanças básicas para diminuir o consumo de energia, como a utilização de formas de iluminação mais econômicas e o desligamento de quaisquer equipamentos não essenciais após o expediente. Porém, transformações mais profundas e de maior valor financeiro ainda não encontram tanta adesão, como a adoção de prédios ecologicamente sustentáveis, o uso de carros bi-combustível ou a instalação de painéis solares. A única exceção neste ponto é TI.


Segundo o estudo, TI se tornou uma prioridade para as empresas SMB (Small and Medium Business) que buscam conter seus gastos com energia. Sendo que 87% das empresas brasileiras apontam que a eficiência energética é fator decisivo na hora de adquirir produtos de TI, contra 40% nos resultados globais. Um recente estudo da IDC (International Data Corporation) estima que para cada dólar gasto com TI, 50 centavos são relacionados ao custo da energia.


“Apesar de existirem diferentes razões para que as pequenas e médias empresas reduzam o consumo de energia, o importante é que elas estão se mobilizando para isso e podemos ver que no Brasil, essa tendência é ainda mais forte”, afirma Luiz Bovi, diretor da IBM Brasil para o setor SMB. “O alinhamento de interesses de negócio e interesses ambientais ressalta um ponto importante: negócios baseados em TI “verde” agora são bons negócios”, completa.

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Fortalecer os distribuidores atuais e regionalizar sua atuação com o credenciamento de novos distribuidores fora do eixo Rio-São Paulo serão algumas das prioridades da Hyperion, empresa de software de Business Performance Management (BPM) e Business Intelligence (BI), em 2005. A empresa quer aproveitar o bom momento do mercado e o portfolio de produtos, para consolidar sua posição, e, para isso, vem pouco a pouco ampliando seus canais de vendas. O objetivo é ampliar de 30% para 60% a participação dos canais no faturamento da empresa no País.

“Em julho passado tínhamos quatro distribuidores no Brasil, agora estamos com cinco e deveremos encerrar o primeiro trimestre de 2005 com mais três novos parceiros”, afirma Luiz Fernando Amancio, gerente de Canais para a América Latina da empresa. “Estamos trabalhando neste momento com foco nos mercados de Belo Horizonte, Salvador, Recife e Fortaleza” adianta, acrescentando que, para a Hyperion, os distribuidores são uma extensão completa de suas operações, incluindo equipe dedicada de vendas e pré-vendas, serviços de implementação das soluções e suporte em primeiro nível a seus clientes.

Luiz Amancio destaca que a estratégia da Hyperion com os canais atuais e a serem credenciados é atuar fortemente no mercado de empresas de médio porte, que já tem o ERP consolidado, mas desenvolveram pouco a área de BI. “Dentro deste mercado muitas empresas ainda se ressentem de soluções adequadas para o ciclo de gerenciamento (BPM), ou que desejam aprimorar o ciclo de planejamento financeiro, que é uma das áreas que a empresa e seus distribuidores têm liderança no mercado brasileiro”, diz, ressaltando que a empresa manterá o foco das grandes organizações, por meio das vendas diretas.

Além dos seus distribuidores locais, a Hyperion mantém um programa de parcerias com as empresas da área de consultoria, por meio de acordos globais com os grandes players de mercado. “Temos também como objetivo de curto prazo ter este tipo de acordo com as empresas de consultoria locais. Já estamos conversando com algumas delas, buscando sempre a sinergia entre as soluções que as empresas oferecem” explica Luiz Amancio.

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