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Autopass destaca resultados da inovação digital no transporte público de São Paulo

Rodney Freitas, CEO da Autopass

Em 18 meses, 1,3 milhão de cadastros são registrados no aplicativo que facilita o acesso e meios de pagamento

Mais de 160 milhões de bilhetes QR Code utilizados entre os canais físicos e digitais, mais de 1 milhão de cartões TOP SP emitidos e mais de 1,3 milhão de cadastros no aplicativo. Os resultados foram divulgados pela Autopass, um ano e meio após o lançamento da plataforma TOP em São Paulo, com números que refletem o processo de transformação digital em andamento no transporte público paulista: De acordo com Rodney Freitas, CEO da empresa, “o  mindset de inovação impulsionou também a criação do primeiro cartão de transporte integrado a soluções de pagamento – conta digital, débito e crédito – em São Paulo. O objetivo é democratizar o acesso das pessoas a essas funcionalidades e facilitar seu dia a dia em uma rotina que sabemos que, para muitos, é múltipla e corrida”. 

Na avaliação do executivo, “seja pela ampliação dos canais de venda, a diversificação das formas de pagamento ou a facilidade de comprar bilhetes impressos ou digitais antes mesmo de chegar às estações, a plataforma TOP tem colocado a modernidade tecnológica e a digitalização a serviço do transporte metropolitano em São Paulo, com soluções inovadoras à palma da mão dos passageiros”.

Avanços na mobilidade

Ao falar do histórico dessas implementações, Rodney explicou que não é de hoje que mobilidade e inovação se movem lado a lado e de forma cada vez mais acelerada. “A história nos mostra que, desde os primórdios da Revolução Industrial no início de 1800, a necessidade de movimentar cargas e pessoas impulsionou a invenção na Inglaterra da primeira locomotiva movida a vapor, com vagões interligados que se moviam sobre trilhos fixos no solo. Já na metade do mesmo século XIX, as primeiras ferrovias chegaram ao Brasil, primeiro no Rio de Janeiro e depois em São Paulo. Desde então, os trilhos e as estradas se tornaram plataformas importantes de inovação ao redor do mundo todo, contribuindo para que as pessoas pudessem não apenas se movimentar com mais velocidade, mas principalmente de forma mais segura, prática e confortável, percorrendo distâncias mais longas em menor tempo”. 

Dentro desta linha de evolução constante, o CEO entende ser um caminho natural que os esforços da inovação não ficassem restritos unicamente aos meios de transporte, mas assumissem um olhar ainda mais abrangente, envolvendo toda a jornada de mobilidade urbana e aprimorando a experiência das pessoas em seus deslocamentos. “Essa visão mais ampla de mobilidade coincide com o avanço cada vez mais rápido da tecnologia e da digitalização a serviço das pessoas, chegando, por exemplo, aos meios de pagamento e à forma de acessar plataformas e terminais nas grandes metrópoles”. 

Para Freitas, uma comparação simples de uma realidade bem próxima ajuda a exemplificar o descompasso inovativo entre os meios de transporte, formas de pagamento e maneiras de acessar o transporte. “Enquanto o Metrô da cidade de São Paulo é referência de modernidade tecnológica para o mundo há quase meio século, o acesso às suas plataformas, até o final de 2020, só era possível por meio das passagens unitárias magnéticas adquiridas exclusivamente nas tradicionais bilheterias das estações, que tinham o dinheiro como única forma de pagamento. Havia espaço, portanto, para avançar em soluções mais amigáveis e capazes de melhorar e acelerar o fluxo de pessoas nas estações”.

Acesso e formas de pagamento  

Nessa linha, o executivo conta que o primeiro passo efetivo de transformação digital na bilhetagem do transporte público na capital e na região metropolitana de São Paulo foi dado em dezembro de 2020, com a nova plataforma TOP, que introduziu simultaneamente no mercado o Bilhete Digital QR Code e o Aplicativo TOP. “De uma vez só, as novas soluções diversificaram as formas de pagamento, viabilizaram a compra antecipada de bilhetes e facilitaram o acesso às plataformas com a simples aproximação da tela do celular nos leitores luminosos instalados nas catracas”.

Segundo Freitas, as mudanças não pararam por aí. A compra dos bilhetes digitais foi integrada em maio de 2021 a uma tecnologia bastante conhecida dos passageiros: o WhatsApp – segundo pesquisa da Opinion Box/Mobile Time, hoje 99% dos brasileiros têm o app de mensagens em seus celulares. “Além de modernizar a jornada de compra com uma opção adicional para aquisição antecipada de bilhetes, o novo canal inaugurou também a venda das passagens por PIX, sistema de pagamento instantâneo que já se posicionou em pouco tempo como uma das principais formas de transação financeira no país”.

Em linha paralela ao caminho inevitável e sem volta da digitalização, contou o executivo, o estudo de comportamento dos passageiros indicava também a necessidade de manter e ampliar os pontos físicos de compra de bilhetes e recargas dos cartões de transporte. “Além dos novos canais digitais, os investimentos incluíram assim a expansão do número de pontos físicos, com mais de 800 máquinas de autoatendimento (ATMs) instaladas em todas as estações da CPTM e do Metrô e o aumento de 2 mil para mais de 8 mil pontos comerciais parceiros para a compra de bilhetes QR Code e recargas no cartão de transporte. Essa combinação entre canais físicos e digitais resultou na tendência figital que tem atendido a diferentes perfis e necessidades nos mais diversos mercados, incluindo mobilidade”. 

Para o CEO, “ferramentas tecnológicas adaptáveis a qualquer tipo de plataforma e operação, com foco nas pessoas e em suas reais necessidades, contribuem para aprimorar a cada dia a experiência dos passageiros em seus deslocamentos. Além disso, nos impulsionam a seguir trilhando de forma acelerada e ininterrupta o caminho da inovação a serviço da mobilidade humana”.

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