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Movimento disruptivo no mercado de benefícios

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Rafael Maia, Chief Revenue Officer da Flash Benefícios

CRO da Flash analisa a transição do setor rumo à flexibilidade que elimina as dores dos usuários e das áreas de RH

A exemplo do que ocorre no segmento financeiro no Brasil, com o surgimento das fintechs, o mercado de benefícios começa também a enfrentar movimentos que afastam a letargia dos espaços tradicionalmente conquistados, embora em escala menor. Um dos exemplos expressivos é a Flash, startup que, em menos de três anos, já contabiliza mais de 300 mil usuários usufruindo de um sistema flexível de benefícios em rede aberta. Apresentando uma solução para as dores na aceitação dos vales nos estabelecimentos, a startup oferece em um só meio de pagamento – cartão e aplicativo -, refeição, alimentação, mobilidade, saúde, educação e cultura, entre outros. Compartilhando os detalhes que fizeram surgir o movimento disruptivo e sua escalada, Rafael Maia, Chief Revenue Officer da Flash Benefícios, participou, hoje (04), da 456ª edição da Série Lives – Entrevista ClienteSA.

O executivo iniciou a conversa contando um pouco dos três anos de existência da empresa, que nasceu de uma dor enfrentada por um dos fundadores, Pedro Lane, insatisfeito em relação a um fornecedor de vale refeição. Como advogado, antes de reclamar, foi ler a Lei sobre o PAT, Programa de Alimentação do Trabalhador, e detectou uma série de discrepâncias entre a legislação e o que as empresas do setor ofereciam. Na avaliação dele, não fazia sentido, por exemplo, a existência de um vale alimentação (mercados) e o vale refeição (restaurantes). Mergulhando mais profundamente no funcionamento do mercado, os sócios partiram para a pergunta mais óbvia: por que não existe apenas um cartão para todos os benefícios? Ao nascer, concretizando a resposta a essa indagação, foi escolhida a bandeira Mastercad, o que fez com que a startup nascesse com uma base quase oito vezes maior que os usuários do cada cartão tradicional.

No resumo descrito pelo CRO, com a proposta da empresa, o usuário chega ao estabelecimento e simplesmente utiliza o Flash. Se for combustível, o consumo já é direcionado para o saldo existente nessa vertical, se em um restaurante, a mesma coisa, e assim por diante.

“Esse processo, com um único cartão atendendo a todas as necessidades, é uma comodidade não só para o colaborador, mas também para facilitar o sistema de gestão do RH. Há muito menos pontos a serem administrados junto aos usuários.”

Ele acrescentou que as circunstâncias da pandemia ajudaram a acelerar o crescimento da empresa, ao ampliar a rede de aceitação nos estabelecimentos de varejo de bairro. Graças a isso, quantificou o executivo, já são hoje mais de 300 mil vidas em carteira, em menos de três anos, que se beneficiam da facilidade. E já obtém um NPS de 82, em virtude de, na sua avaliação, ser um produto a um só tempo disruptivo e simples. “Não há um único gestor de RH, em uma reunião conosco, que diz não precisar de uma ferramenta como essa. Eles mostram muita consciência sobre o fato de os colaboradores serem o ativo mais precioso da mesma e o quanto é importante eliminar dores para reter talentos.”

Aliás, sublinhou Rafael, a decisão de apostar no êxito desse projeto, antes mesmo de desenhá-lo surgiu de uma iniciativa dos cofundadores, os irmãos Pedro e Guilherme Lane e Ricardo Salem, de conversar com muitas áreas de gestão de pessoas. Independente do porte, especialização ou segmento, a identificação da dor era a mesma, sendo que a grande vantagem da ideia que apresentavam era a de favorecer as duas pontas afetadas: funcionários e administração de RH. “Principalmente porque o trabalhador que está de posse de um Flash pode realizar qualquer operação pelo aplicativo, desde a substituição de um cartão perdido à mudança de senha. E o RH não vai mais precisar enviar a segunda via do cartão ao endereço do funcionário. Tudo é feito por nossa empresa em todo o território nacional.”

Perguntado se essa revolução é semelhante à que ocorre no mercado financeiro, com os grandes bancos tradicionais tendo de reagir às rápidas ações das fintechs, Rafael disse que sim, só que em um mercado de amplitude menor. O que muda é apenas a escala, já que se trata, na sua concepção, de um mercado que se encontrava muito parado. “O consumidor já se havia acostumado a perguntar nos estabelecimentos se aceitavam ou não o determinado cartão de vale-refeição, etc. Achava isso normal. Mas no instante em que passa a se utilizar de um benefício flexível como o Flash, em uma rede aberta que lhe permite escolher onde fazer sua refeição ou compra, passa a considerar muito estranho, depois, voltar ao tradicional”, detalhou o CRO.

Durante a live, Rafael também fez questão de ressaltar a preocupação da organização em alimentar as decisões em dados extraídos de pesquisas permanentes. Ou seja, validar as hipóteses para proporcionar evolução contínua à ferramenta oferecida. O objetivo é que o benefício possa ser usufruído por qualquer tipo de colaborador de empresas em todos os segmentos, possuam ou não smartphone, computador, etc. Ele explicou, ainda, de que forma a pandemia colocou mais holofotes sobre esses gaps existentes no mercado de benefícios, assim como a expectativa da organização em vencer os desafios para continuar escalando com sustentabilidade, aproveitando os insights que surgem das sondagens realizadas de forma consistente.

O vídeo com o bate-papo na íntegra está disponível em nosso canal no Youtube, o ClienteSA Play, junto com as outras 455 lives realizadas desde março de 2020. Aproveite para também para se inscrever. A Série Lives – Entrevista ClienteSA terá sequência amanhã (05), recebendo Mauro Sanchez, CEO do Banco Pine, que abordará a transformação de digital e a cultura cliente no B2B; na quarta, será a vez de Cris Rother, Chief Marketing Officer & Consumer Products da Webmotors; na quinta, Jorge Oliveira, diretor comercial da Central Nacional Unimed.

E, encerrando a semana o Sextou Híbrido especial debaterá os desafios atual da cultura cliente com os seguintes executivos já confirmados: Edinelson Santos, diretor de gestão e atendimento ao cliente da Via; Fabio Reda, head de customer experience da Abril; Jonatas Melo, diretor de customer service no GetNinjas; Liliane Siqueira, diretora de customer experience na Desktop; Luis Guilherme Prates, VP comercial da Atento Brasil; Luis Tomasetti, CEO da Passarela; Ricardo Faustino, diretor de clientes do Dotz; Tereza Santos, CEO da Sympla e Viviane Kim, head de customer experience e co-fundadora da Liv Up.

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