Melhor prevenir do que remediar

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Com a necessidade de suavizar os fatores de risco de inadimplência de um de seus clientes, a empresa de recuperação de crédito Way Back criou um serviço preventivo que conseguiu atualizar quase 80% dos casos de dividas. O serviço preventivo denominado GPA, Gestão Preventiva de Ativos, tem como objetivo confirmar os clientes com pagamento já programado, fornecer informações e reenviar boletos para os clientes com dúvidas sobre o processo ou que não tenham recebido o boleto, além de entender os motivos do atraso ou inadimplência dos clientes sem intenção de pagar. “O serviço também adverte sobre as consequências do não pagamento (negativacão, restrição do limite de crédito, etc)”, acrescenta Ricardo Costa, superintendente comercial da Way Back.
Tudo começou quando um cliente do segmento de courrier da Way Back que possuía índices elevados de atraso apresentou a necessidade de mitigar os fatores que compunham o seu risco de inadimplência. O projeto teve uma operação que durou 20 dias, com uma única posição de atendimento, que durou oito horas, onde foram trabalhados 1136 títulos a vencer, segundo o executivo. O contato com os pagantes foram feitos por e-mails, SMS e telefonemas e também foi inserida no projeto a atualização de dados cadastrais do mailing. “Os resultados foram tabulados através de relatório customizado, de acordo com a necessidade do cliente”, afirma.
Como resultado, a empresa alcançou altos índices de pagamentos dentro do prazo e de atualização de cadastros, de acordo com Costa. Do universo de “Cadastros Incompletos” (25,53% da base), foram efetivamente atualizados 67,7% dos casos (17,3% da base), por meio da higienização, enriquecimento e confirmação pró-ativa dos dados cadastrais. Dos casos “Sem boleto ou com Dúvidas sobre o Faturamento” (16,5% da base), foram reenviados boleto e prestação de esclarecimentos e informações adicionais, com índice de conversão em efetivo pagamento no vencimento de 77,6% (12,8% da base). Do nos casos “Sem Intenção de Pagar” (2,07%), 43,5% (0,9% da base) foram revertidas em pagamento.
O resultado final do projeto mostrou que, 55,8% pagaram no vencimento, pois confirmaram a transação comercial, 12,8% pagaram no vencimento aos receberem a segunda via do boleto ou esclarecimentos e depois de serem advertidos sobre as consequências do não pagamento, 0,9% dos clientes pagaram no vencimento.  Pós o contato com os inadimplentes, 1,2% não pagaram no vencimento mesmo após a argumentação explicativa e 3,7%, não pagaram mesmo após o reenvio do boleto ou prestação de esclarecimentos. “Tivemos ainda um amplo entendimento do comportamento da base para fins de ações corretivas dos processos de venda, entrega e faturamento da nossa contratante”, observou o superintendente.

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