É preciso buscar a qualificação

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Autora: Camila Ramos
O país enfrenta diversas dificuldades devido ao cenário econômico. Com isso, para manter resultados positivos, as vendas e a prestação de serviço precisam ser com qualidade e eficiência.  Dessa forma, o treinamento corporativo se torna uma ferramenta indispensável para unir e qualificar colaboradores em diferentes cargos.
Quando uma empresa não tem a consciência da importância do treinamento alguns problemas podem ocorrer, assim como a perda de qualidade, baixa produtividade, conflito interno, danos em ferramentas, gastos inúteis de materiais, atraso e falta de trabalho. Para isso, o treinamento é uma ferramenta eficaz na solução de problemas ou uma maneira de antecipa-los e evita-los. Como ação preventiva para que não haja dificuldades dentro da organização é primordial a existência de um programa de treinamentos, que precisa ser consistente, planejado e estruturado. O primeiro passo é a integração do colaborador com a empresa. A integração tem o propósito de capacitar e qualificar, visando bom desempenho e aptidão nas tarefas propostas.
Para organizar um treinamento corporativo é preciso definir objetivos, metodologia, período de aplicação, tempo disponível, quantidade de equipes e avaliação das reações e feedbacks dos participantes. A aplicação do treinamento requer um profissional capacitado para tal, que possua o domínio do tema a ser abordado, amplo entendimento do cenário e do perfil dos profissionais que absorverão os conhecimentos ali aplicados. O retorno que o treinamento corporativo proporciona é o principal ponto de interesse para uma empresa. Esses resultados podem ser conquistados a longo prazo com mudanças de hábitos e comportamentos, a fim de que os resultados não sejam apenas conquistados, mas também mantidos.
A administração desse processo é fundamental e os benefícios são conquistados naturalmente como, por exemplo: aumento de produtividade, melhoria da qualidade, redução da rotatividade de colaboradores, flexibilidade de empregados, equipe auto- gerenciada, velocidade no ritmo das tarefas, empresa mais competitiva, aperfeiçoamento competitivo, descoberta de novas aptidões e habilidade.
Camila Ramos é farmacêtica responsável na Ativa Logística.