54% dos clientes acreditam que empresas não usam dados para beneficiá-los

80% dizem que são mais fiéis a empresas com boa ética
A terceira edição do State of the Connected Customer revelou uma crise de confiança dos clientes em relação às empresas. Além disso, o estudo mostrou que as questões de responsabilidade social têm sido levadas em conta pelos clientes. Em 2019, 73% dos clientes dizem que a confiabilidade das empresas é mais importante do que há um ano, e 54% dizem que é mais difícil do que nunca para uma empresa ganhar sua confiança. Essa crise afeta as receitas, com 65% dos clientes relatando que pararam de comprar de marcas que fizeram algo que os deixaram desconfiados. A desconfiança cresceu em grande parte devido às políticas não muito claras de privacidade que se tornaram comuns. Para 63% dos clientes, a maioria das empresas falham ao usarem seus dados de forma transparente e 54% acreditam que a maioria das empresas não usa seus dados de uma maneira que os beneficie. “É importante que as marcas sejam claras em suas políticas de uso de dados e que o dado cedido pelo cliente se reverta em uma melhor experiência independentemente do ponto de contato – vendas, atendimento, marketing ou comércio eletrônico”, comenta Fabio Costa, gerente geral da Salesforce para o Brasil.
O estudo também apontou que os valores das marcas estão influenciando as decisões de compra. Já foi o tempo em que as empresas deveriam se manter à margem das questões sociais. Hoje, a responsabilidade social corporativa é importante não só eticamente como também comercialmente. Os clientes estão mais atentos ao que as empresas fazem em termos de responsabilidade social, não só isso, o que as marcas fazem impacta na decisão dos clientes. Segundo o estudo, 80% dos clientes dizem que são mais fiéis a empresas com boa ética, enquanto 68% dizem que não compram de empresas com ética ruim. Além disso, 56% dos clientes procuram ativamente comprar de empresas filantrópicas, enquanto 65% dizem o mesmo com relação a empresas ambientalmente sustentáveis. (O estudo está disponível; basta solicitá-lo pelo email [email protected]). Fonte: Salesforce

Walmart lança plataforma de publicidade com autosserviço e integra fornecedores

O Walmart Media Group está tentando abalar a rival Amazon com dois anúncios importantes: abriu uma plataforma de anúncios de autosservço para permitir que as marcas comprem anúncios de pesquisa e produtos patrocinados e análises de acesso, e está lançando uma API e disponibilizando inventário através da Flywheel Digital, Kenshoo, Teikametrics e Pacvue. Fonte: AdExchanger
Como a Amazon está agitando a entrega de comércio eletrônico
Operadoras como UPS e FedEx estão subindo seus preços e impondo novas restrições, e é apenas o começo de uma grande mudança para os varejistas online. Ambas as empresas introduziram uma nova taxa de US$ 24 para pacotes que ultrapassam 50 libras (22,68 kg), informou o Wall Street Journal. Isso é uma redução do limite anterior de 70 libras, bem como um aumento do preço. E, como escreveu o WSJ, essa mudança provavelmente afetará empresas e indivíduos que dependem desses serviços para enviar itens mais pesados. Essa mudança faz parte de uma guerra  em constante evolução com a Amazon no centro. A Amazon tem investido fortemente em suas próprias redes de entrega primárias, na tentativa de ficar menos dependente de terceiros, como o Serviço Postal dos Estados Unidos, UPS e FedEx. Empresas, como a FedEx, romperam vínculos com a Amazon, percebendo que a gigante do comércio eletrônico é tanto uma concorrente quanto uma empresa dependente de seus serviços. Como resultado, as empresas de transporte que operam fora do ecossistema da Amazon estão sendo forçadas a rejeitar suas ofertas para aumentar os lucros e encontrar novas áreas logísticas a serem dominadas. À medida que a guerra continua, aqueles que dependem desses serviços – especialmente empresas menores de comércio eletrônico – são constantemente bombardeados com mudanças. Fonte: Modern Retail