Segundo matéria publicada no jornal O Estado de São Paulo, empresas de call center nos Estados Unidos contratam presidiários. Chis Harry é um empregado modelo para a indústria de call center dos Estados Unidos. Aos 25 anos, ele chega sempre pontualmente ao seu cubículo, fala de forma educada no telefone e nunca falta ou se atrasa. Ele planeja ainda ficar no emprego pelos próximos três anos, uma dádiva em uma indústria caracterizada pela alta rotatividade de pessoal. E ele também trabalha por um salário do qual a maioria dos americanos zombariam US$ 130 por mês. Afinal, sua alternativa seria trabalhar na construção de presídios por um terço desse valor. “Não posso reclamar de injustiça”, afirma Harry, condenado a 10 anos e oito meses por roubo. “Cometi um crime e estou preso. Pelo menos não estou usando uma bola e uma corrente.”
Call center dos EUA contrata presidiários
Sugestão de Leitura
Mais lidas
O C-Level precisa olhar para os bots de IA como parte do board
15 de agosto de 2025
Atento amplia trabalho remoto nas operações de CX
11 de março de 2026
Black Friday é considerada a principal data promocional por 89% dos consumidores
2 de setembro de 2025
IGeoc reúne lideranças do setor no Fórum de Inovação
26 de maio de 2025
Esse email quer ter SUCESSO!
Cadastre-se abaixo para receber todas as nossas dicas
Conecte-se a nós
Revista ClienteSA
10K+ Seguidores
@clientesa
2.7K+ Seguidores
Portal ClienteSA
6K+ Inscritos
ClienteSA
2K+ Seguidores



















