VP de mercado da ZD Alimentos conta como a aproximação com os clientes orienta decisões de mercado e a renovação do portfólio
Completando meio século de existência neste ano, a história da ZD Alimentos mostra uma empresa que nasceu vendendo amendoim torrado feito de forma caseira para uma indústria multimarcas, com exportação para mais de 20 países. A trajetória da companhia, hoje conduzida pela segunda geração da família fundadora, mostra como escuta ativa, aquisições estratégicas e o equilíbrio entre inovação e tradição sustentam longevidade, permitindo que marcas históricas se reinventem para dialogar com novas gerações de consumidores sem perder a essência, como expôs Eloizi Dedemo Ferraz, vice-presidente de mercado da ZD Alimentos, hoje (08), na 1405ª edição da Série Entrevista ClienteSA.
A executiva iniciou contando a história da ZD Alimentos, que nasceu em 1976, quando seu pai, Paulo Dedemo, buscava independência financeira para se casar. O que nasceu da venda de amendoim em saquinho evoluiu para uma empresa multimarcas de candies, snacks e lácteos. Segundo Eloizi, a visão empreendedora do fundador impulsionou aquisições estratégicas, como o laticínio Hércules em 2008 e a Diatt em 2015, ampliando públicos. “Viemos ao longo dos anos expandindo o portfólio com marcas que se tornaram icônicas, conquistando gerações.”
Essa transformação ocorre ouvindo os clientes e adaptando-se às suas necessidades. Segundo Eloizi, o grande diferencial está na escuta em múltiplos pontos de contato. Nessa linha a empresa tem o que chama de “campoterapia”, saídas frequentes da liderança para o mercado, visitando clientes, participando de feiras e conversando diretamente com varejistas e distribuidores. “Não é atrás de uma escrivaninha que a gente vai fazer as coisas acontecerem”, reforça a VP, explicando que essa prática envolve até departamentos como financeiro e logística. A ZDA também implementou o programa PROSA, que aborda clientes e parceiros para avaliar o nível de serviço em produtos, logística, financeiro e suporte.
Um exemplo de como manter marcas tradicionais relevantes para novas gerações foi dado pela executiva ao falar do Moranguete, produto que completou 35 anos. A solução foi criar versões adultas, como a barra e a bebida proteica, que resgatam nostalgia e motivam o compartilhamento com os filhos. Essa estratégia se reflete também no lançamento de produtos saudáveis, respondendo uma tendência crescente. Para saber mais sobre a cultura cliente da ZD Alimentos, confira o bate-papo, na íntegra, disponível no ClienteSA Play, nosso canal no YouTube, junto com as outras 1404 lives realizadas desde março de 2020, em um acervo que já passa de 4,3 mil vídeos sobre cultura cliente. Aproveite para também se inscrever.
A Série Entrevista ClienteSA prosseguirá amanhã (09), recebendo Flavio Lima, head de CX e desenvolvimento de rede de concessionárias da Hyundai Central & South America, que abordará a aposta nas concessionárias como embaixadoras da marca; na quinta, será a vez de Kiko Teixeira, superintendente executivo de clientes e estratégia na Brasilseg; e, encerrando a semana, o Sextou debaterá o tema “Lições e aprendizados de quem faz a diferença em CX”, dentro do quarto encontro entre empresas vencedoras do Ouro no Prêmio ClienteSA 2026, reunindo Cíntia Rodrigues, superintendente sênior da Central de Atendimento do Grupo Bradesco Seguros, Daniel Nunes Filho, diretor de CX da Whirlpool, Silvia Goldman Ber Kapel, executiva de Customer Experience da Selbetti, e Nathália Palazzo, head de prevenção e fraude do iFood.




















